Façamos a Nossa Parte
Queridos irmãos leitores,
Caminhamos a passos largos rumo ao final do ano litúrgico de 2008. Projetos, planos, desejos e anseios nunca nos faltaram desde o início do ano em curso, precisamos refletir e avaliar tudo que fizemos no decorrer deste ano, principalmente no que se refere à nossa caminhada visando a salvação e santificação.
Lamentavelmente, temos mania de reclamar de tudo e só ver dificuldades no nosso caminho, esquecendo-nos que o importante é que FAÇAMOS A NOSSA PARTE. Vale dizer que devemos ser sinceros, honestos, fiéis, fraternos e verdadeiros cristãos católicos, colaborando e ajudando a nossa igreja no que for possível.
Ao longo de muitos anos, utilizando este espaço, temos nos referido sempre aos deveres, obrigações e responsabilidades que temos com a nossa Igreja. Afinal, não basta freqüentarmos as Missas dominicais, precisamos nos doar mais e procurar engajamento numa Pastoral. Entendemos que para os jovens estudantes é mais difícil exercer o trabalho pastoral por diversas razões. Mas poderiam ajudar de outras maneiras. Saibam prezados leitores, que nesta nossa luta em prol da venda de carnês, podemos afirmar sem risco de errar, que pouquíssimos jovens e adolescentes se aproximaram da nossa barraca para adquirir algum carnê. Vocês hão de dizer: “mas jovens não trabalham, não têm renda”, saibam que já tivemos a alegria de vender um carnê para uma menina, que estando ao lado da mãe disse: “mamãe quero comprar um e pagar com a minha mesada”.
Por outro lado, entendemos que se adquirissem um carnê e o levasse para os pais, estes certamente aceitariam e pagariam com a maior boa vontade.
Saibam que é difícil entender, ver um Loretão repleto durante as Missas dominicais e poucos se interessarem pela compra dos carnês, em que pese os apelos do Pe. Francisco e as devidas explicações do porquê da existência dos mesmos. O que nos desagrada bastante é que além de não colaborar criticam sem que se proponham a trazer uma sugestão melhor de como criar outro mecanismo para levantar recursos financeiros. Já ouvimos coisas bastante desagradáveis no que se refere aos carnês, inclusive quanto à aplicação do dinheiro arrecadado. O que mais nos intriga, é que não procuram saber junto a quem de direito, como está sendo utilizado e movimentado o dinheiro oriundo das vendas. A grande realidade é que os inimigos do carnê acabam contagiando aqueles que se propõem a colaborar, e acabam envolvidos por inverdades e fofocas. O importante é que FAÇAMOS A NOSSA PARTE, deixando de lado os ruídos negativos e nefastos.
Nos consola o fato de que as obras estão em pleno andamento, não só no Santuário, como nas demais dependências. É claro que os desconfiados e críticos, merecem nossas orações e um pedido muito especial: FIQUEM CALADOS, pois calados vocês ajudarão bastante. Mas como nem tudo está perdido, graças a Deus, muitos irmãos estão colaborando, inclusive alguns, quando concluem o pagamento de um, imediatamente pedem um novo carnê. Temos registrado a venda de mais de três carnês para uma mesma pessoa. Prova inequívoca de confiança e credibilidade do nosso trabalho e nos ideais do nosso pároco, que através da venda dos carnês, achou uma maneira bem prática de angariar recursos financeiros para as reformas, necessárias e inadiáveis.
Louvores e Glórias a Deus
Zamoura (da Diva) 15º E.C.C
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