Santuário da Adoção – Fev2018

 

ENTREGA CONSCIENTE:

UM ATO DE CORAGEM, UM ATO DE AMOR!

 

               Nas duas edições anteriores conversamos sobre “Adoção, um ato de amor” e sobre ter uma “Atitude Adotiva”, onde abordamos um pouco sobre o que é Adoção de um filho e como podemos divulgar a Nova Cultura da Adoção.

               Agora, analisando a situação por outra perspectiva, você já parou para pensar sobre uma mãe que deseja entregar seu filho para adoção? 

               Primeiramente, é essencial lembrar  como cristãos católicos o que nos ensina o catecismo da Igreja Católica: “ Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (CIC 1652) e ainda nosso Papa Francisco nos orienta na Exortação Apostólica Amoris Laetitia “Se uma criança chega ao mundo em circunstâncias não desejadas, os pais ou outros membros da família devem fazer todo o possível para aceitá-la como dom de Deus e assumir a responsabilidade de acolhê-la com magnanimidade e carinho” (AL 166).

               Muitas famílias, porém, hoje em dia não receberam ou não seguem os valores cristãos, é importante conhecermos as leis brasileiras e esclarecer que há uma alternativa para quem não deseja o próprio filho, que é a ENTREGA CONSCIENTE.

               Na mente de muitas pessoas, permanece a ideia de que doar o filho é abandoná-lo, isso não é verdade. É um ato de CORAGEM! Primeiro, coragem de levar a gestação até o fim e depois coragem de doá-lo. O psicólogo e pai por meio da adoção Luiz Schettini em seu livro: Compreendendo os pais adotivos, afirma:” Quando analisamos o comportamento de quem doa o filho e o de quem o recebe, constatamos a coragem de um e de outro” e ainda “Coragem vem de coração (cor, em latim). É aí que tangenciam pais biológicos e adotivos: dão e recebem com o coração”.

               Muitos podem ser os motivos pelos quais uma mãe/pai desiste de criar seu filho (impossibilidade financeira, não contar com o apoio do companheiro ou de familiares, ter sido vítima de estupro,  entre outros) os pais de origem são pessoas com sentimentos e emoções, medos e inseguranças, por tudo isso merecem respeito e devem ser bem orientados, para não abandonar as crianças, pois o objetivo principal é buscar que os INTERESSES DAS CRIANÇAS SEJAM SEMPRE RESGUARDADOS.

               Muitas mães não conseguem ter essa visão e, por medo de serem condenadas negativamente pela sociedade e de sofrerem ataques, acabam não optando pelos meios adequados de entregar o filho para adoção.

Para entrega ser legal, não pode ser feita diretamente para a família que deseja adotar a criança, tampouco abandonar a criança no hospital ou qualquer outro lugar público como porta de asas em baixo da ponte ou na pior das hipóteses no lixo.  Essas ações são crimes.

               Pensando nisso, sobre a entrega consciente de um filho para a adoção, com o intuito de diminuir o número de crianças abandonadas ou maltratadas, além de abortos, infanticídios ou adoções irregulares (por exemplo, por meio da venda de crianças – sim, isso infelizmente existe), colocamos algumas informações:

               De acordo com o artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente, as gestantes que manifestarem desejo de entregar o filho para a adoção serão encaminhadas à Justiça da Infância e Juventude de sua cidade. Caso a gestante manifeste seu desejo antes do nascimento do filho, ela será atendida da mesma forma, e será encaminhado um “ofício”, ou seja, um “comunicado” pela equipe de profissionais da Vara da Infância ao Hospital para que, quando do nascimento da criança, a Vara da Infância seja avisada. A mãe, então, receberá o devido acompanhamento de profissionais atuantes na área, para que ela saiba lidar da melhor maneira com o momento difícil que é o da decisão de entregar um filho para a adoção.

               Em relação à criança, ela ficará em instituição de acolhimento, até que seja concluído o processo de destituição do poder familiar, para que o bebê possa ser encaminhado à adoção.

As pessoas, de modo geral, precisam saber que existem alternativas e que a entrega de um bebê para a adoção regular é mais benéfica para uma criança do que o seu abandono, bem como que essa é a melhor atitude a ser tomada por aquela mãe que realmente não possui condições de permanecer com o filho.

 

Eliane Carrão

Coordenadora do GAA Santuário da Adoção.

 

Maiores informações: santuariodaadocao@gmail.com.br ou whatsapp 98446-9085 (Eliane) ou 99614-3739 (Cláudia)

 

 

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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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