Convívio Fraterno
Queridos irmãos leitores, recentemente tivemos aqui na Paróquia a II FEIRA DAS PASTORAIS, mostrando à comunidade aspectos importantes no que se refere ao trabalho pastoral. Durante a realização do referido evento, era evidente o entendimento entre todos os expositores, em que pese a característica de trabalho de cada Pastoral. Na verdade, a realidade é outra no que se refere ao CONVÍVIO FRATERNO, ou seja; não há integração entre elas. Queremos nos referir ao fato de que nossas Pastorais trabalham isoladamente e não se entrelaçam, não são unidas, não se ajudam mutuamente. Logicamente tudo seria mais fácil se houvesse uma maior integração entre todas, e se houvesse entrosamento e troca de informações, uma serviria à outra da melhor maneira possível, sendo imprescindível um bom relacionamento entre os respectivos coordenadores. Digo-lhes com muita franqueza, pois franqueza é a tônica desta coluna, que, milita há 20 na vida paroquial N.Sra. de Loreto. Nunca vimos uma reunião conjunta entre pastorais, o que significa claramente que cada uma trata de si e Deus de todas. Realmente, a II FEIRA DAS PASTORAIS, mostrou atividades e serviços atinentes a cada pastoral, o que foi maravilhoso. É necessário porém, que nos bastidores, exista um trabalho em conjunto e da melhor forma possível e produtiva. Um bom exemplo é quando se realizam festivas: bailes, bingos, almoços e/ou jantares e nem sempre são vendidos todos os convites, já que os mesmos são passados pelos próprios agentes da pastoral que realizam o evento Se houvesse interatividade entre as pastorais, tudo seria bem mais fácil e até com certa rapidez, facilitando o trabalho dos organizadores. Vale dizer, que se a AÇÃO SOCIAL, organiza um almoço, os convites seriam distribuídos para venda entre os coordenadores das demais pastorais. Naturalmente com um determinado prazo para prestação de contas. Este procedimento daria bom resultados e seria uma amostra da integração entre as pastorais. Deixando de lado a auto-suficiência, o orgulho, a vaidade e ainda o desejo de disputar espaço e poder, as Pastorais deveriam ser mais unidas e entender que o trabalho que exercem é feito em nome de Jesus, e os objetivos se enquadram no tripé: CARIDADE. AMOR AO PRÓXIMO, e EVANGELIZAÇÃO. É incrível a dificuldade que os irmãos agentes da PASTORAL da AÇÃO SOCIAL, sentem para completar os estoques de alimentos doados mensalmente para as famílias carentes. Seria bem mais fácil se as demais pastorais, através dos seus coordenadores, recolhessem dos seus agentes os respectivos quilos e os encaminhassem à AÇÃO SOCIAL; lhes garanto, prezados leitores, que não haveria tanta dificuldade para garantir a distribuição das bolsas aos assistidos São muitas as alternativas para um trabalho pastoral conjunto e profícuo. Já escrevemos diversas vezes sobre a necessidade da música ao vivo nas celebrações litúrgicas, inclusive durante as cerimônias de batismo. São diversas equipes que atuam nas missas dominicais, em sua maioria com músicos e cantores que só fazem isso, e não são chamados de agentes pastorais, e sim integrantes do MINISTÉRIO DE MÚSICA. Já pensaram prezados leitores, o quanto seria fácil atrair, sensibilizar e evangelizar os eventuais católicos que só freqüentam Missas de Sétimo Dia, Bodas de Prata. Bodas de Ouro, Quinze anos, Casamentos e Batizados? Claro que seriam tocados e atraídos para nossa igreja se ouvissem cânticos, tais como : Segura na mão de Deus, Noites traiçoeiras, Oração pela família. Deixa a luz do céu entrar etc, etc. Claro que se sensibilizariam e sentiriam a força e o poder do Espírito Santo através da música litúrgica. Está aí um bom motivo para Pastoral do Batismo trabalhar em conjunto com o Ministério de Música. Por tudo isso, oremos pela união das pastorais e pelo CONVÍVIO FRATERNO entre todas, sem dúvida alguma o melhor caminho para servir a Deus e aos irmãos.
Louvores e glórias a Deus
Zamoura (Da Diva) 15° E.C.C.
|