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Menos barulho e mais espiritualidade

Queridos irmãos leitores, saibam que durante nossa caminhada religiosa, desde a nossa conversão por ocasião do 15º E.C.C. já exercemos diversas atividades, inclusive na Pastoral Familiar, e com isso tivemos um aprendizado maravilhoso. Em 1998 participamos de uma caravana composta de cem pessoas, cuja finalidade era a de ir a Roma agradecer ao Santo Padre por sua visita ao Rio de Janeiro. Na capela Sistina, no Vaticano, participamos de uma Missa celebrada por Dom Eugênio, cujos cânticos aconteceram sem acompanhamento de nenhum instrumento musical, e nem por isso deixaram de ser bem entoados e significativos. Lamentavelmente, grupos de músicos e cantores, estão gritando nas Missas e colocando seus instrumentos num volume exagerado, tornando o ambiente mais infernal do que celestial. É preciso que os queridos irmãos integrantes das bandas, saibam que não podemos irritar o celebrante, nem tão pouco Jesus, Maria, Santos e Anjos, com sons estridentes. Nas equipes de canto, o essencial é que apareçam as vozes, sem exibicionismos, sem shows nem danças e gestos anti litúrgicos. Tudo deve ser feito com discrição, serenidade e suavidade Ou seja: MENOS BARULHO E MAIS ESPIRITUALIDADE. É óbvio que todo artista gosta de aparecer.
Acontece que durante as Missas não somos artistas e sim músicos de Deus. Os ritmistas, devem se limitar a fazer a marcação discretamente, sem efeitos exagerados nos pratos e demais instrumentos de percussão. Evidentemente o volume alto, incomoda também a assembléia que precisa se concentrar durante as orações. Por incrível que pareça, até mesmo as músicas em Ação de Graças, são interpretadas num nível sonoro bastante elevado prejudicando a sutileza do momento. Através desta coluna, convido meus colegas músicos a reverem suas performances, deixando as vozes sobressair de modo sutil e harmonioso. Fica aqui, iniciada a campanha MENOS BARULHO E MAIS ESPIRITUALIDADE. O pior é que a mania de som alto, chegou também aos eventos sociais no CEPAR. Conhecemos casais que não mais freqüentam nossos bailes exatamente por causa do som alto. Afinal os eventos festivos visam à confraternização. Logicamente a alegria do encontro gera agradáveis bate-papos. Claro que todos querem ouvir música e dançar. é desagradável saber que muitos irmãos não freqüentam nossos bailes alegando que é impossível conversar. Devido ao elevado volume do som. O pior é a velha mania de apagarem as luzes do salão, transformando o ambiente em Boite e ou Cabaré.
Ora, se luzes representam alegria e festa, para que apagá-las?

Louvores e Glórias a Deus

Zamoura (da Diva) - 15º ECC

 
 
 

VEJA NO MÊS DE OUTUBRO/2006:


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