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PASTORAL DE CONJUNTO
Esta é a motivação da segunda etapa da elaboração
do 10o Plano Pastoral de Conjunto da nossa Arquidiocese, contida
no texto-base.
Após toda a riqueza de idéias que surgiu na primeira
etapa diz o nosso Pastor:
" Prosseguindo o que já vem sendo realizado desde a
primeira etapa, é tempo de utilizar profundamente os recursos
disponíveis em vista do discernimento do rosto da Igreja
Católica no Rio de Janeiro. Este rosto não pode diferenciar-se
da " contemplação do rosto de Cristo, contemplado
em Maria" ( DGAE, Doc.71, no. 7). É tempo de unir ainda
mais as forças, partilhar as experiências, ouvir o
Espírito Santo e chegar ao grande consenso arquidiocesano,
a ser definido em assembléia, no mês de novembro.
Coloquemos neste trabalho todo o nosso empenho, toda a nossa ousadia,
até a nossa fantasia, toda a nossa esperança.
Cerquemo-nos de uma santa audácia, que não teme enfrentar
desafios para que o Evangelho seja cada vez mais anunciado e aceito
na vida concreta do dia-a-dia".
A segunda etapa foi oficialmente iniciada no dia 30 de agosto, durante
a peregrinação a Aparecida do Norte e deverá
terminar na Assembléia Arquidiocesana, prevista para os dias
29 e 30 de novembro. O procedimento vai ser o mesmo:
1o) Animação de toda a paróquia, reflexão
destes subsídios e Assembléia Paroquial,
2o) Assembléia na Forania
3o) Assembléia no Vicariato.
A diferença está no fato que, após a Assembléia
Vicarial, ocorrerá a grande Assembléia Arquidiocesana.
Da reflexão que fizemos na primeira etapa, diversas indicações
para a ação pastoral já começavam a
ser apresentadas.
Entretanto, é agora, na segunda etapa, que vamos aproveitar
e desenvolver cada uma daquelas idéias, assumindo o que poderíamos
chamar de rosto da Igreja Católica do Rio de Janeiro, um
jeito próprio de cumprir fielmente a missão evangelizadora,
um jeito carioca de evangelizar, jeito que é ao mesmo tempo
criativo, encarnado e fiel. Criativo porque sabe ultrapassar as
fórmulas prontas na busca das respostas aos novos problemas.
Encarnado porque assume as " alegrias e tristezas" (GS,1)
do povo da cidade do Rio de Janeiro. Fiel porque sua criatividade
e sua encarnção fundamentam-se nos ensinamentos de
Cristo Jesus, transmitidos pela Igreja.De fato, para uma realidade
complexa, torna-se necessária uma pastoral diversificada.
No Brasil, oficialmente desde 1991, têm sido considerados
três principais âmbitos de ação:
PESSOA
1- Como acolher melhor as pessoas, formando-as, evangelizando-as,
ajudando-as a superar o individualismo, manifestando a bondade de
Deus?
COMUNIDADE
2- O que podemos fazer para descentralizar nossa paróquia,
combater a centralização pastoral (da matriz e do
domínio de algumas pessoas), abrindo espaços para
novos ministérios a serviço das Comunidades?
MISSÃO
3- Cristo na sua missão enfrentou todas as adversidades de
seu tempo. Hoje, como enfrentar o medo, o comodismo e alimentar
a esperança para um Rio melhor, diante da violência,
da fragilidade da fé e do pouco comprometimento político-social?
10o Plano Pastoral de Conjunto Subsídio Pastoral 2
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