Nós nascemos para a santidade
Deus é santo. Se nós fomos criados à sua imagem e semelhança, como diz a nossa fé, então por natureza deveríamos ser santos.
Acontece que, à diferença de Deus que é puro espírito, nós somos feitos de matéria, que, por sua natureza também, é evolutiva; cresce, desenvolve-se, chega à idade adulta e depois degenera. No fim de tudo, porém, nosso destino é novamente Deus. Ele seria como que um imã que nos atrai, que nos chama para si, para sua santidade. Dai afirmar que nós nascemos para a santidade é ao mesmo tempo uma conseqüência de fé e um desejo latente na criatura humana. Costumamos dizer que "ninguém nasce santo". Exceção feita à Nossa Senhora. Assim como na natureza humana tudo é progressivo, também a santidade passa pelo mesmo processo; um processo mais lento que o da matéria, porque é espiritual; um processo que supõe a conversão contínua e constante do coração. As pessoas que conseguiram vislumbrar a santidade como meta a ser alcançada tornaram-se santas. No início de novembro, a Igreja faz questão de recordar rodas essas pessoas, como um estímulo para o nosso crescimento espiritual e a nossa santificação. Não se esqueça:
"Nós nascemos para a santidade". O que eu lhe desejo, então, é que você seja santo, como Deus é santo!
Pe. Ronoaldo Pelaquin
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