Matrimônio, matrimônio… Isso é lá com Santo Antonio!

Mês de junho é mês de quadrilha, quentão, paçoca e canjica…

Também é o mês que celebramos os dias de São Pedro, Santo Antônio e São João nas conhecidas e tão tradicionais festas juninas!

Embora celebrem santos católicos, a origem dessas festas vieram antes mesmo de Cristo.

No hemisfério norte, a celebração começou como uma comemoração pagã, por conta do solstício de verão, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que acontecem em 21 e 22 junho.

 

Quem são os santos “juninos”?

 

Santo Antônio, doutor da Igreja – o “santo casamenteiro”

Conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua, esse popular santo da Igreja nascido em 1195 destacou-se em vida por sua inteligência, memória, zelo apostólico e santidade.

 

São João Batista, grande anunciador do Reino

São João Batista era primo de Jesus Cristo e nasceu seis meses antes dele.

Foi um anjo quem revelou seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”).

 

São Pedro, o pescador

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida. Era pescador e foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

 

 

               Dentre os santos celebrados neste mês, podemos dar destaque para o primeiro citado anteriormente, Santo Antônio.

               Mesmo não citando em suas catequeses e escritos o tema do matrimônio, o sábio santo, doutor da Igreja, tem fama de casamenteiro. Mas você sabe o por que?

               Segundo a crença popular, ouve-se a história de que tal fama foi atribuída ao Santo por conta da ajuda que dava a moças humildes para conseguirem um dote e um enxoval para o casamento.

               Conhece-se também a história que conta que havia em Nápoles uma moça sem condições para conseguir um dote para casar-se. Desesperada, a jovem – ajoelhada aos pés da imagem de Santo Antônio – pediu com fé a ajuda do Santo que, milagrosamente, lhe entregou um bilhete e disse para procurar um determinado comerciante. O bilhete dizia que o comerciante desse à moça moedas de prata equivalentes ao peso do papel. Obviamente, o homem não se importou, achando que o peso daquele bilhete era insignificante. Mas, para sua surpresa, foram necessários 400 escudos da prata para que a balança atingisse o equilíbrio. Nesse momento, o comerciante se lembrou que outrora havia prometido 400 escudos de prata ao Santo, e nunca havia cumprido a promessa. Santo Antônio haveria fazer a cobrança daquele modo maravilhoso. A jovem moça pôde, assim, casar-se de acordo com o costume da época e, a partir daí, Santo Antônio recebeu – entre outras atribuições – a de “O Santo Casamenteiro”.

               Há outras histórias, como a de que uma moça muito bonita, que não arranjava um marido, apegou-se a Santo Antônio. Adquiriu uma imagem do santo e colocou-a em um pequeno oratório. Todos os dias, colhia flores e as oferecia a Santo Antônio sempre pedindo que este lhe trouxesse um marido. Mas, passaram-se semanas, meses, anos… e nada do noivo aparecer.

Então, tomada pelo desgosto e pela ingratidão do santo, ela atirou a imagem pela janela. Neste momento, passava um jovem cavalheiro que foi atingido pela imagem do Santo. Ele apanha a imagem e vai entregar à jovem, que se apaixona por ele, e se casam.

               Essas e outras histórias fazem parte de toda uma lenda popular, a Igreja em momento algum declarou um santo como “casamenteiro”… É importante lembrar que Santo Antônio, assim como todos os santos, intercede por nós diante de Deus! Mesmo assim, nada impede que peçamos a intercessão dele para alcançar a graça de encontrar um bom marido ou uma boa esposa.

               Muitas vezes, acreditamos que o futuro marido (ou esposa) virá como nos filmes, em um cavalo branco, enfrentando dragões… Na realidade, não é bem assim, o que não torna a história menos bonita do que qualquer conto de fadas.

               Dentre tantos casais nascidos em nossa paróquia, temos aqui alguns exemplos…

O casal Vivian e Raphael Barreto se conheceu em 2001, na Crisma e no mesmo ano começaram a namorar.

               Já Stephanie e Filipe Ferreira começaram a se falar no meio do ano de 2008, em meio as atividades do EAC no CEPAR.

               Teve quem se conheceu no MAC, mas de fato começou a perceber que tinha algo a mais nos preparativos da Jornada Mundial da Juventude de 2013, como foi o caso de Thaís e João Pedro Salvador.

“Nos conhecemos no vôlei de praia do MAC – Maturidade Cristã – dia 31/08/2012. João lembra de tudo que é data, eu não. Mas a gente já se conhecia de vista por causa dos amigos em comum do Loreto. Nas conversas durante a preparação e no trabalho para a JMJ Rio 2013 começamos a perceber que nossa relação ia além da amizade. A Thaís ficou com a uma função e precisava ser um casal pra coordenar. Daí ela chamou a mim (João) e a gente começou a desenvolver as atividades nas escolas e tal. E foi fluindo até que namoramos… – relata o casal.

               E também quem se conheceu nos tempos de colégio mas só se tornou amigo um ano depois, em 2006, quando fez EAC como foi o caso de Camila, hoje “tia” do EAC com Felipe Magalhães.

               Outro casal de “tios” que começou sua história ainda adolescente foi o casal Bira e Sandroca,  no 18º EAC.

               Mas não somente no EAC nascem os casais da nossa paróquia, em 27 de abril de 1986 no pré encontro do 3º EJC, começava a história em comum de Márcia e Edson Lanzarini.

 

Mas o que esses casais tem em comum?

 

               Não é apenas o fato de terem se conhecido no EAC, no EJC, na Crisma ou em qualquer outro Movimento ou Pastoral e sim algo mais precioso…  Mais importante que isso,  eles carregam consigo uma história de amor a três, onde não apenas existe o homem e a mulher… E sim, Deus, o marido e a esposa.               

               Hoje, passada a adolescência e juventude, eles permanecem na paróquia, servindo, agora como família, edificada em Cristo!

“Viver em comunidade é essencial para o exercício da fé cristã. E acreditamos tanto nisso, que sempre fizemos questão de que nossos filhos também participem das atividades da nossa paróquia desde bem pequenos.” – testemunha Bira, complementado o que diz Vivian, casada com Raphael (mais conhecido como tio Barreto) desde os 21 anos: “É fundamental na vida do casal estar conectado a uma comunidade, pois assim vemos muitas famílias vivendo o mesmo que nós. E nos fortalecemos a cada Eucaristia”.

               Quando o tema é Santo Antônio e outras devoções para conseguir casar, Felipe e Camila logo lembram das orações de Camila para conseguir um bom casamento:

“ – Camila é devota de Nossa Senhora desde pequenininha. Em um momento da vida, Camila estava em um relacionamento que não se firmava de jeito nenhum. Foi aí que resolveu fazer uma novena a Nossa Senhora Desatadora de Nós.

– Fiquei oito dias pedindo para que Nossa Senhora resolvesse os “nós” desse relacionamento. No 9º dia da novena, resolvi me entregar à Maria e pedi com toda fé “Mãe, se não é esse menino que a Senhora quer para mim, me arrume outro que seja o certo”. E o Felipe foi a opção de Nossa Senhora! Claro que não poderia haver na vida alguém mais perfeito para mim que o meu Magalhães!”.

               Com Thaís e João, foi Nossa Senhora também que ajudou bastante…

“Eu, Thaís, antes de conhecer o João pedi a Deus um homem responsável, que fosse maduro, que fosse católico também. E ele me mandou o João. O João pediu uma botafoguense, alta e morena, ou seja, eu. Nossa Senhora das Graças foi/é definitiva em nossas vidas”.

E quando a pergunta é: Como é hoje poder trabalhar como casal na mesma paróquia que vocês serviram enquanto jovens? – o rosto muda unanimamente para um misto de alegria e gratidão.

Como disse o Papa Emérito Bento XVII:  “O amor do homem e da mulher está na origem da família humana e o casal formado por um homem e por uma mulher tem o seu fundamento no desígnio originário de Deus (cf. Gn 2, 18-25). Aprender a amar-se como casal é um caminho maravilhoso, que contudo exige um tirocínio empenhativo. O período do noivado, fundamental para construir o casal, é um tempo de expectativa e de preparação, que deve ser vivido na castidade dos gestos e das palavras. Isto permite amadurecer no amor, na solicitude e nas atenções ao outro; ajuda a exercer o domínio de si, a desenvolver o respeito do outro, características do verdadeiro amor que não procura em primeiro lugar a própria satisfação nem o seu bem-estar. Na oração comum pedi ao Senhor que guarde e incremente o vosso amor e o purifique de qualquer egoísmo. Não hesiteis em responder generosamente à chamada do Senhor, porque o matrimônio cristão é uma verdadeira e própria vocação na Igreja.”, ou seja, o matrimônio conforme a vontade de Deus é uma grande aventura que vale a pena ser vivida, que nos faz chegar à plenitude de nossa vocação.

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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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