Mãe!

Santa Maria, Virgem Fiel, Espelho de Justiça, Sede de Sabedoria, Rosa Mística, Torre de Davi, Casa de Ouro, Porta do Céu, Estrela da manhã, Rainha dos Anjos…

De Aparecida, de Guadalupe, de Fátima, do Amparo, das Dores, do Carmo, da Divina Providência, da Saúde, de Loreto… Poderíamos ficar uma eternidade citando os diversos títulos e devoções que Nossa Senhora carrega, mas podemos resumir todas essas em uma:

MÃE!

 

 

               Maria teve como maior missão na Terra a maternidade, ser a mãe de Jesus Cristo e de cada um de nós!

               Desde o anúncio do anjo até os dias de hoje, como uma mãe zelosa com os seus filhos, ela nos acompanha, nos protege e intercede junto ao Pai por nós! E desde pequenos atos, como a proteção diária, até as grandes aparições, ela manifesta esse amor de mãe para com cada um de nós!

 

“Eu estudava no CEFET, ao sair fui assaltado com uma faca. Comecei a rezar a Ave Maria, uma atrás da outra e nisso apareceu uma mulher, de calça jeans, cabelo preto longo, normal. O bandido olhou para essa mulher e saiu correndo.

Quando olho para trás, para ver se a mulher havia sido assaltada ou para onde ela havia ido, vejo que ela sumiu, sendo que não havia onde ela entrar e também não parou nenhum carro, nada! E o bandido saiu correndo,  igual a um louco.”

 (Vitor Telles – Comissão do Santuário)

 

               Maria, uma jovem de Nazareth, que por volta dos seus 15 anos recebeu a visita do anjo Gabriel que anunciava que Deus desde sua concepção tinha um plano maior para sua vida, ser mãe, não de uma criança qualquer, mas de seu filho Jesus, Deus humano, Salvador da Humanidade. Que grandiosa missão… Se para nós a gravidez é um período de muitas perguntas e cuidados, de muita expectativa, pense como foi para Maria, que daria a luz à uma criança esperada pelo Céu e pela Terra.

“Minha história com Nossa Senhora começou de repente. Eu nunca nutri um grande amor por Maria, era para mim “somente” a mãe de Jesus. Respeitava, admirava, mas não amava de verdade. Eu até rezava diariamente o terço, mas nem isso me fazia ser de fato uma filha devota de Nossa Senhora.

Mas mesmo sem eu perceber, ela sempre esteve me sondando, surgindo em pequenos detalhes para mim. Até que em um momento Maria se cansou e me laçou de vez! Eu estava organizando meu casamento e, na busca por datas, o único dia possível era 8 de dezembro. Para mim, na época, isso não significava nada. Mas o padre que nos preparou para o casamento me disse que era um dia muito especial, pois era o dia da Imaculada Conceição de Nossa Senhora; e me mandou buscar uma consagração para eu fazer a Nossa Senhora. E foi aí que ela me abraçou e nunca mais soltou. De forma muito sutil, tudo ia me levando à Imaculada! E o amor por ela foi crescendo de maneira incrível muito rápido.

Dois meses antes do casamento eu descobri um problema de saúde muito sério e precisaria passar por uma cirurgia. Foi um momento muito tenso, por ser um problema que poderia afetar a minha capacidade de ter filhos e por ser tão próximo ao dia do casamento. Uma semana antes da cirurgia eu tive a oportunidade de ir a um tríduo de silêncio e coloquei um propósito de me manter em profundo silêncio interior e não pedir nada a Deus, só ouvir. E assim foi, durante todo o tríduo eu me mantive em silêncio e encontrei uma imagem linda de Nossa Senhora, onde sempre ficava nos momentos de reflexão. Mas como eu era uma filha muito mimada, eu tinha certeza de que a Imaculada estaria lá na casa de retiro e que eu tinha que encontrar ela. No último dia do tríduo eu decidi que iria rezar o terço pela cirurgia, ia ser o único momento em que iria pensar no assunto. E eu queria rezar diante da Imaculada! Comecei a buscar por toda a casa de retiro uma imagem da Imaculada e não encontrava. Até que desisti e fui lá para a tal imagem que eu tinha gostado. Mas eu estava bem chateada por não ter encontrado a Imaculada por lá e fiquei resmungando, como podia acontecer isso, ela tinha que estar ali para me amparar nesse momento! Onde estava a Imaculada? Até que eu parei de reclamar, levantei a cabeça e olhei para aquela imagem de Nossa Senhora que havia me acompanhado durante todos os dias. Eu olhava para ela mas não via… Ela era uma Nossa Senhora de Lourdes e em sua cabeça havia um arco onde estava escrito “Eu sou a Imaculada Conceição”! Nesse momento eu senti como se Maria tivesse descido, me dado um abraço e dito: “Minha filha, eu nunca vou te abandonar, eu vou estar sempre do seu lado”. Eu chorava e ria ao mesmo tempo, em uma sensação tão plena de encontro com Nossa Senhora que é difícil descrever com palavras. Rezo para que cada um tenha essa experiência um dia!

E Maria é tão carinhosa que no dia da cirurgia, assim que eu cheguei no hospital, havia uma imagem enorme dela bem na entrada! Era ela me dizendo como que por mais que a vida fosse trazer situações difíceis ela estaria sempre ao meu lado.

E a partir do dia 8 de dezembro de 2012, eu me consagrei à Imaculada Conceição, consagrei meu matrimônio, meu marido, meus futuros filhos; minha vida por completo passou a estar completamente entregue nas mãos dela.

Muitos outros desafios surgiram desde então, muitas alegrias, conquistas, muitos momentos que eu nunca imaginei ter força para passar. Mas uma coisa sempre acontece, Maria sempre chega com seus delicados detalhes e reforça que ela estará sempre ali do meu lado.”

(Carolina Stolerman – EAC)

            

   A maternidade de Nossa Senhora não se baseia apenas na concepção de Jesus, ela vai muito além disso… Maria nos dá uma verdadeira lição de fé e temor a Deus! Desde o anúncio do anjo, passando pela perda do Menino Jesus no templo e culminando nos pés da cruz onde ela viveu ao lado do seu filho a Morte de Cruz por pecados que não eram Dele. Tudo isso vivido no seu silêncio, guardado no seu coração com a certeza de que os planos de Deus ali estavam sendo realizados. Que grande lição nos dá o seu FIAT, o seu SIM!

Maria é aquela “que avança como a aurora, temível como um exército em ordem de batalha, brilhante como o sol e como a lua, mostrando o caminho aos filhos seus”. Assim como esteve sempre ao lado de Jesus, ela é a nossa advogada, nossa principal intercessora. Maria é a que enfrenta a serpente, é aquela que Cristo nos entregou no momento de sua Paixão e que se põe a frente de todos os perigos para proteger os seus.

 

“Certa vez, minha mãe muito debilitada pelo câncer, precisou ser internada.

Ao chegar no hospital,  pedi um quarto com alguma vista para alguma planta ou flor que ela amava. Não havia essa possibilidade, pois não tinha previsão de alta.

Ela foi de elevador para o 3º andar e eu de escada.

Ao chegar no 2º andar, me deparei com uma imagem de Nossa Senhora da Conceição e ali fiz uma oração pedindo misericórdia.

Subi e encontrei minha mãe num quarto todo fechado e muito barulhento.

Passados 20 minutos o telefone tocou e a recepcionista informou que de repente um paciente do 2º andar teve alta e vagou um quarto. Quando desci, o quarto era de frente para Imagem de Nossa Senhora e ao lado um jardim que eu não tinha visto.

Creio que foi intercessão de Nossa Senhora!

(Amaral – ECC e Betânia)

 

 

               A figura de Maria nos convida a estar cada vez mais próximos de Cristo, que é Deus, mas em momento algum foi desobediente à sua mãe, como nas Bodas de Caná onde ela alerta o filho que falta vinho.

 

“Três dias depois, celebravam-se as bodas em Caná da Galileia, e achava-se ali a mãe de Jesus. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos.

Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho.

Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. Disse, então, sua mãe aos serventes: ‘Fazei o que ele vos disser’.”

               E está aí o testamento de Maria e a grande lição que ela nos deixa.

“Fazei o que ELE vos disser.” –  quem encontra Cristo e Nele permanece não diz “faça o que eu quero” e sim o que Ele quer. É alguém que se abre à vontade de Deus, o Senhor de sua vida!

 

“Sempre fui católica, mas até pouco tempo eu não considerava muito Nossa Senhora, apesar de ter consciência da sua importância no catolicismo. Eu, sinceramente, não conseguia acreditar que ela fosse capaz de interceder por alguém. Meu lema pessoal era: “Ninguém vai ao Pai, se não por Mim”. Não concordava nem mesmo com as visitas de Nossa Senhora nos movimentos em que eu participava, uma vez que era um encontro com Cristo. Mas, em meados de 1998 parece que Nossa Senhora decidiu me mostrar que eu estava errada, se fazendo presente em minha vida de uma tal forma, que em muitos momentos achei que era perseguição.

No dia das mães, um colega catequista me trouxe uma medalha de presente dizendo que era muito devoto de N. Sra de Fátima, mas que infelizmente ele não encontrou para comprar, então trazia aquela para mim. Quando abri o embrulho, veio a surpresa, era sim uma medalha de N. Sra. de Fátima. Em outro episódio, no dia das catequistas, a mãezinha de Belém (madre superiora) mandou um santinho para nós, e para minha surpresa o meu era de N. Sra. de Fátima. Nessa mesma época também tínhamos sido tios do EAC, e no primeiro contato com os adolescentes pós encontro, nos deparamos com um altar e a imagem de N. Sra. de Fátima, apresentada carinhosamente pelos pais da menina. Nesse momento sussurrei para meu marido: Ela está mesmo me perseguindo.

E em várias outras situações, ela se fez presente em minha vida, como se quisesse me lembrar que estava ao meu lado. Até que, no dia 31/12/1998, dei a luz ao meu filho Gustavo, que 24 horas após veio a falecer. Somente neste momento de dor eu pude entender que ela não estava me perseguindo, mas me protegendo por tudo que eu iria passar. E não ficou só nisso, dois anos depois, com o mesmo problema nasceu o Bruno, meu filho mais novo. Um médico amigo da minha mãe estava de férias em Portugal, soube que minha mãe estava com um neto no CTI, trouxe uma medalha de Fátima e disse a ela: “Marlene, não sei qual a religião da sua filha, mas, eu sou muito devoto de N. Sra. de Fátima. Ela é muito milagrosa, diz a sua filha para colocar na incubadora do neném e ter Fé que N. Sra. Irá interceder por eles”. Assim eu fiz. Crendo como nunca antes, e hoje, anos depois meu filho é um belo e saudável jovem de 16 anos.

Até hoje Nossa Senhora continua se fazendo presente em nossa vida sempre que existe uma situação de dificuldade. Hoje, tenho certeza de que ela está comigo em todos os momentos.”

(Marcia Kristina Lanzarini – Fé e Dons)

              

 

Minha alma glorifica ao Senhor! Meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, por que olhou para a humilhação de sua serva”. Maria sabia que todos iriam conhecer sua história não por ela, mas pelo o que o próprio Deus fez na vida dela!          

 

               Eu e meu marido nos casamos em 1994, e em 1997 fiquei grávida pela primeira vez.

               Ficamos muito felizes, a gravidez era desejada e começamos a viver aquela alegria dos preparativos, como a compra do enxovalzinho. Em torno de 8 semanas, um novo ultrassom de rotina constatou ausência de batimentos cardíacos, o que caracterizou a morte do feto. Ficamos completamente devastados. O que nos foi dito é que não deveria ser nada sério, uma vez que isso era comum em casais na primeira gestação. Que pela nossa idade e por sermos pessoas saudáveis, não seria difícil conseguirmos uma segunda gestação, dessa vez bem-sucedida. 

               Passados alguns meses engravidei novamente, e para nossa surpresa, infelizmente, o quadro se repetiu. Foi muito difícil esse momento, pois já não parecia ser algo simples. Duas perdas consecutivas, muita tristeza e o emocional bastante abalado. Nessa época fizemos uma série de exames, eu fui a muitos médicos e fiz tratamento hormonal. Veio então à terceira gravidez e mais uma perda.  Eu orava muito, pedia a Deus e a Nossa Senhora, mas parecia que eles não me escutavam. Após mais uma gravidez veio outra perda. Dessa vez a quarta, do mesmo jeito.

               Fui a muitos médicos e fiz tratamentos caros. Eu não tinha dificuldades para engravidar, mas o triste quadro se repetia e o bebê morria em torno de 8 ou 9 semanas. 

 Após alguns meses engravidei novamente, a quinta vez, sempre sob a supervisão da ginecologista.

               Procurei, por indicação, um médico ainda mais especializado na área, mas não teve jeito e sofremos a quinta perda. Nossos pais já ficavam até assustados quando anunciávamos que estávamos grávidos. Uma notícia que normalmente seria comemorada com alegria passou a ser motivo de preocupação para toda a família. Apesar de tudo, a minha fé resistia, meio abalada, eu confesso. Ora, forte, ora fraca. Os médicos já tinham um diagnóstico mais preciso, mas ainda assim o tratamento pareceu não ter surtido o efeito desejado. Fomos liberados para a sexta tentativa. Muita expectativa, nós estávamos um pouco mais esperançosos pelo tratamento, mas novamente perdemos nosso sexto filho. Fiz uma nova rotina de tratamentos, que consistia em vacinas feitas a partir do sangue do meu marido, dessa vez ainda mais fortes. Me liberaram para a sétima tentativa. Engravidei e cada ida ao médico, a cada ultrassom era uma tortura, até saber que estava tudo bem. Minha barriga finalmente apareceu e ficamos muito felizes.

               Descobri que seria um menino, Gabriel. Quanta felicidade! Porém, com 26 semanas fizemos uma ultrassonografia morfológica, quando o médico revelou que Gabriel tinha todas as características de hidrocefalia, o que deixou meu marido, Luiz, completamente arrasado. Fomos informados que a criança poderia vir a ter uma série de problemas muito sérios, principalmente na coluna vertebral, talvez até virar um vegetal. Luiz ficou muito abalado, completamente sem chão. Parece incrível, mas uma estranha tranquilidade tomou conta do meu coração. Eu senti minha fé fortalecida nesse momento difícil. O Luiz nessa época, não havia se convertido ainda, se dizia católico, mas não praticava, eu ia à missa e fazia minhas orações em casa. Comecei a orar muito, praticamente passei a gravidez ajoelhada pedindo a Nossa Senhora sua poderosa intercessão junto a Jesus. 

               Fomos conversar com o Pároco da Nossa Senhora de Loreto à época, Padre Francisco, que nos atendeu muito bem. Guardei uma frase que ele nos disse na minha alma e no meu coração: “A última palavra é de Deus”. Ou seja, Tudo que os médicos nos disseram era importante, mas a última palavra não era deles e sim de Deus. Confiante nisso, nada que os médicos nos diziam me abalava mais, por pior que fossem as expectativas. A única coisa que eu pensava era no meu bebê, no meu colo.

               Houve um dia em especial, no carro, talvez voltando de alguma consulta médica, Luiz me disse que da forma que Gabriel viesse, com qualquer aparência ou problema, nós o amaríamos do mesmo jeito. Acho que nesse momento, Deus nos deu a graça! Gabriel nasceu no dia 22/02/2006. Tinha uma pequena herniação na cabeça, mas a coluna estava íntegra, nossa primeira vitória. Dois dias depois foi colocada uma válvula na cabeça, a herniação foi retirada e o material foi para análise, mas foi constatado que não era nada grave. Foi feito teste de audição e Gabriel ouvia normalmente. Em casa, não sabíamos se ele enxergaria bem, se firmaria a cabeça, se andaria, se falaria… Hoje, onze anos depois, posso dizer com certeza que Gabriel é graça e misericórdia de Deus através da intercessão poderosa de Nossa Mãe Maria.  Gabriel anda, fala, enxerga, ouve e tem a cabeça normal para a sua idade. Faz exames periódicos de rotina de 2 em 2 anos. Não toma nenhuma medicação, nunca repetiu de ano e tem notas excelentes na escola. Só anda meio malcriado ultimamente, mas isso talvez seja minha culpa, por que o mimo demais.

               Essa é nossa história. Sempre que lembro, agradeço a Deus e Nossa senhora pela graça alcançada. Além disso, Luiz se converteu de coração e atualmente demonstra sua devoção a Nossa senhora frequentando o Terço dos Homens toda semana, no Loreto.

                              (Denise de Andrade Bacellar)

 

               Neste ano, a Igreja nos dá a oportunidade de aprofundarmos nas virtudes da Mãe com o Ano Mariano. Ela nos convida a celebrar, e mais que isso, através do exemplo de Maria, estarmos cada vez mais abertos ao chamado de Deus para nossas vidas.

               Enquanto aqui no Brasil celebramos os 300 anos de encontro da imagem que deu início a grande devoção a Virgem de Aparecida, em Portugal celebram-se os 100 anos da aparição de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, ambas, grandes fontes de conversão pelo mundo!

               Como Paulo VI disse na exortação apostólica Evangelii Nuntiandi, Maria é a “estrela da evangelização”, a primeira missionária, desde a visitação à sua prima Isabel onde ela pela primeira vez leva Jesus aos demais dando início ao Encontro de muitos outros com Ele, desde o estábulo onde Cristo nasceu e a partir daí por todos os lugares onde passavam!

 

               “Foi a hora que eu mais senti medo e um vazio enorme, o mesmo que senti quando saí do hospital… Eu lembrava o aborto a todo instante. Estava no chão, quando vi em cima de mim, um pontinho de luz que foi se abrindo, ficando cada vez maior e a luz cada vez mais forte. Dentro dessa “luz”, vi Nossa Senhora grávida. Ela estava de perfil, era possível ver a silhueta perfeita da barriga dela. Suas mãos estavam embaixo da barriga e ela olhava pra barriga. Assim que a imagem ficou perfeita, ela virou seus olhos pra mim e estendeu sua mão. Imediatamente o medo e o vazio sumiram. A luz foi ficando cada vez mais forte até que eu enxerguei minha mãe e meu pai naquele banheiro. Eles rezavam a Ave-Maria quase que mecanicamente, sabe? Lembro-me que eu disse: “Mãe, eu acordei, estou aqui”!” Ela disse: “Você não acordou, você voltou a vida porque esteve de olhos abertos o tempo todo.”

Fui ao hospital, é claro, mas ao chegar lá, meus níveis de cálcio estavam quase normais já. E, na manhã deste dia, eu tinha feito um exame de sangue que mostrava um nível extremamente baixo de cálcio. O médico que me atendeu cogitou haver erro no exame matinal pois seria quase impossível o nível do cálcio no sangue ter subido tão rápido com toda a perda de sangue que eu tive.

Minha mãe estava atrás de mim quando eu caí no banheiro e se desesperou quando me viu, de olhos abertos, desfalecida. Ela disse que não via vida em meus olhos. Gritou pra que meu pai fosse até ela e a meu irmão que ligasse pra emergência. Ela disse que quando meu pai me viu, gritou que eu estava morta e culpou o aborto. Nessa hora ela escutou uma voz dizendo “Peça a Nossa Senhora”. Foi aí que ela fez meu pai se ajoelhar e disse “Reza comigo! Anda!”. E começaram uma Ave-Maria atrás da outra. Ela não lembra quantas rezou, só lembra que acabava e iniciava uma atrás da outra, sem parar.

Eu sei que ela me perdoou. Nunca mais senti o vazio e a dor. Não tenho lembranças do aborto. Sei o lugar que foi feito, mas, por mais que eu me esforce, não consigo lembrar das cenas, sabe? Não lembro quando entrei no hospital, detalhes do quarto, a fisionomia do médico, a roupa que eu usei, minha ida pra casa… não me lembro de nada.”

 

 (Paula Silva)

 

Que possamos nesse ano Mariano aprender e compreender as virtudes que nos ensina a Fé. Que tendo Maria como exemplo perfeito de que vale a pena dizermos também nosso SIM ao projeto de Deus possamos estar cada vez mais próximos Dele e assim como sua mãe, sermos apóstolos missionários apaixonados pela Igreja e por Cristo, fazendo que com o nosso SIM  Ele nasça em muitos outros corações.

Como dizia São João Paulo II, que possamos ser todos de Maria:

“Se no discípulo João, te foram entregues todos os filhos da Igreja,

tanto mais me apraz ver confiados a Ti, ó Maria, os jovens do mundo.

Com eles, também eu me confio
mais uma vez a Ti e,
com afeto confiante, te repito: 
Totus tuus ego sum! Eu sou todo teu!”

 

 

 

 

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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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