: : : O  M E N S A G E I R O : : :
Clique Aqui para ouvir o som|  Rio de Janeiro,
N. Senhora de Loreto
Na Antártida
Histórico do Santuário
Hino e Oração
Missa Própria
Angelus
Expediente Paroquial
Atividades Pastorais
Calendário Geral
O Mensageiro
Ore Conosco
Galeria de Fotos
Fundo de Tela
Casa da Betânia
CEPAR

 
Temas Bíblicos |JUNHO


- Carta aos Romanos (14)

A incompatibilidade da graça com o pecado (Rm 6) (II)

B) (6, 12-23) O nosso sacrifício espiritual

1º) Nossos membros devem se tornar instrumentos de virtude (6,12-14).

6,12s. Na base de tudo aquilo que acabou de expor (6,1-11), Paulo exorta a perseverar na conquista da salvação revestidos de fé e caridade, alegres na tribulação para desenvolver a vida do Senhor ressuscitado. O cristão está morto para o pecado e vivo para Deus (v.11). Na força do Espírito, do qual nos nutrimos todas as vezes que recorremos ao Evangelho de Deus, pelo qual contemplamos Cristo Caminho e Verdade que nos traz Vida, podemos viver a nossa condição de realeza, mantendo a nossa relação harmoniosa com a criação, da qual somos intérpretes na sua louvação ao Criador. Isto evita que voltemos a ser escravos das concupiscências, servos do pecado, instrumentos de iniqüidade. Porque redivivos entre os mortos, os nossos membros podem ser instrumentos de virtude.

6,14 Estamos sob o regime da graça. Está abolido o regime da Lei, que só multiplicava as culpas, porque agora, na força do Espírito podemos observar a Lei que Cristo levou à perfeição, dela nos mostrando, com o seu exemplo, toda a grandiosidade. A Lei é útil ao pecador (1Tm 1,9) para saber quais são os pecados que deve evitar e as obrigações com Deus a cumprir. Contudo, é só pelo Espírito que cumprimos a Lei, enquanto é por ele que vivemos a vida de Cristo.

2º) Não podemos mais ser escravos do pecado (6,15-23)
6,16 O cristão, pela sua fé em Cristo, se submeteu ao regime da virtude para a vida. Quem se submete aos vícios pratica o pecado e caminha para a morte.

6,17-18 Aquele que se converteu e se regenerou, abraçou a doutrina que medita dia e noite. Um exercício necessário que nos desvencilha da vaidade. O fiel vive como um liberto do pecado enquanto abraça a escravidão da virtude.

6,19-21 A experiência humana mostra à qual grau de baixeza moral podemos chegar quando, afastados de Deus, nos entregamos ao pecado. Os vícios nos enredam e nós vivemos escravos da iniqüidade. O seu termo é a morte porque a criatura humana em nada vive as condições da sua realização: o espírito não se nutre de Deus pela louvação suscitada pela contemplação do Poder e Glória divina, que colocam o homem na perfeita relação de dependência de criatura do Criador, de forma que vive a obediência que lhe permite uma condição de realeza, tornado-o assim mediador da louvação que sobe da criação ao Criador; a alma não encontra a verdade porque a atividade do seu corpo reage desordenadamente aos estímulos da vaidade.

6,22 Pela conversão, que é dom do Espírito de Cristo, recebemos a regeneração e a santificação, que devemos implementar, porque o termo último é a vida eterna. Enquanto sujeitos ao pecado éramos escravos agindo para a nossa morte, agora servimos à virtude. É o caminho correto. Procuramos os valores do Espírito, renovados por Cristo Cabeça, Primogênito da estirpe dos filhos de Deus, segundo a fé, a caridade e a esperança.

6,23 A vida eterna é o dom gratuito supremo dado ao homem por Deus pelo seu plano de divinização. O salário do pecado é a morte.

6,23 Tudo foi concedido por “um só homem, Jesus Cristo” (5,15).

6,23 “...Senhor nosso”. A condição de Jesus, o Cristo, é de ser o Cabeça da Igreja, abertamente constituído Senhor no momento da sua Ressurreição. Aqui temos esboçado o conceito de Igreja: um povo convocado sob o Cristo do Senhor, que usufrui das mesmas prerrogativas dele: “se a Cristo, também a nós”: “se sofrermos com Ele, para sermos glorificados com ele” (8,17).

Reflexão - O ponto de partida é a solidariedade efetiva que existe entre Cristo Jesus e nós, seus irmãos em virtude da Encarnação e da sua condição divina. Tendo o Pai criado nele, por ele e com ele o Adão verdadeiro, do qual o primeiro é figura (5,14), e tendo-o levado à perfeição na obediência e pelo sofrimento (Hb 2,10s), pelo Espírito são comunicadas à criatura as condições que levam à plenitude a obra da criação: a imortalidade gloriosa e a filiação divina. Nesse quadro, Jesus é a Videira, o Cabeça, a Pedra angular. Videira que comunica a seiva do Espírito; Cabeça que , pelo Espírito, atua o “desenvolvimento desejado por Deus” (Cl 2,19) e nos transforma de glória em glória (2Cor 3,17s); Pedra angular sobre a qual o edifício, bem edificado, se torna Templo de Deus. Cristo é a Plenitude da Divindade (Cl 2,9) que nos enche da Plenitude de Deus (Ef 3,19).
Essa vida divina, desde já, é vivida por nós na fé. São Gregório Nazianzeno diz que possuímos a vida eterna enquanto vivemos os seus valores, na expectativa da sua manifestação gloriosa.

Pe. Fernando Capra/CRSP

 
 
 

VEJA NO MÊS DE JUNHO/2010:


- Página 01
- Página 02
- Página 03
- Página 04
- Página 05 e 06
- Página 07
- Página 08 e 09
- Página 10
- Página 11 e 12
- Página 13
- Página 14
- Página 15
- Página 16
 
 
Ore Conosco
cf2008

Você já é um voluntário para o JMJ 2013?
Vou abrigar os peregrinos.
Vou ser voluntário
Ainda não me decidi.

Resultado Parcial
Enquetes Anteriores
JAN FEV MAR
ABR JUN
JUL AGO SET
OUT NOV DEZ

JAN FEV MAR
ABR JUN
JUL AGO SET
OUT NOV DEZ

JAN FEV MAR
ABR JUN
JUL AGO SET
OUT NOV DEZ

ABR MAI JUN
JUL AGO SET
OUT NOV DEZ
JAN FEV
JAN FEV
JAN FEV
JAN
JAN
JAN
JAN
Recebemos Pedidos de Oração para serem colocados no altar do Santuário