Decoro nos lugares sagrados
Queridos irmãos leitores, gostaria de agradecer a tantos que nos telefonaram agradecendo e enaltecendo nossas palavras contidas no artigo do exemplar anterior, VESTIR A CAMISA.
Ficamos mais felizes e plenamente realizados, quando lemos na edição de O GLOBO, do dia 31 de maio, o artigo do nosso Cardeal Emérito D. Eugênio Sales, com o título acima epigrafado, cujo texto combina plenamente com tudo que escrevemos. Permitam que transcreva alguns tópicos do referido artigo: “Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, leitores, comentaristas, acólitos e aqueles irmãos que acolhem os que chegam a Santa Missa, devem usar uma roupa característica ou, ao menos conveniente a uma ação litúrgica. O respeito devido a Deus e também aos participantes do ato religioso exige de quem vai proclamar a palavra de Deus, dirigir as Preces da Comunidade, tomar parte na Procissão do Ofertório e, de modo particular, distribuir a sagrada Eucaristia, uma apresentação condigna, em conforme com as normas diocesanas. Pode ser muito pobre a veste, mas sempre é a melhor que se possui e que serve para significar o respeito devido ao interlocutor ou aos circunstantes.
Em vez de se esperar uma reação do sacerdote, muito mais eficaz é dispor interiormente a seguir a disciplina e o bom senso.
A atuação dos pais junto aos filhos é um dever. A advertência fraterna dos amigos é uma valiosa colaboração”. Reflitam queridos irmãos, sobre as palavras de Dom Eugênio e avaliem o que vem acontecendo nas celebrações realizadas no Loretão.
Perdoem tanta franqueza, mas chama a atenção de todos, nos degraus do Loretão, os cofrinhos e calcinhas à mostra durante a Santa Missa, sem que haja o devido cuidado, ou seja, os trajes não condizem com o ambiente. A incidência do uso de camisas de clubes de futebol é grande, principalmente durante as boas fases de determinados clubes de futebol, inclusive nas equipes de canto. Portanto, Dom Eugênio foi muito feliz no seu artigo: “DECORO NOS LUGARES SAGRADOS”. Mudando de assunto, graças a Deus, as obras tão esperadas tiveram início no dia 1º de junho, razão pela qual estamos intensificando a venda dos carnês, visando obter recursos financeiros. Soubemos, através do sistema informal, que não há previsão quanto ao término dos trabalhos de restauração do nosso santuário e de outras áreas adjacentes. É fácil entender a falta de previsão, pois quando o trabalho é no telhado, logicamente a chuva impede a continuidade e por aí vai... Os mais otimistas acham que até dezembro tudo estará terminado. Será??? Ora, se todos estávamos ansiosos pelo início das obras, é nosso dever colaborar com o nosso Pároco, reduzindo a quantidade de reuniões e entendendo que todo complexo da igreja está interditado, inclusive o Salão Sagrado Coração. São muitas reuniões dos movimentos, pastorais e grupos de oração, conselho pastoral, eventos que ocupam todas as dependências do CEPAR. Em suma, é preciso paciência, calma e muita compreensão. Sugerimos inclusive, que certas reuniões sejam realizadas na residência do coordenador, nos play-grounds e ou nos salões de festas dos respectivos condomínios. Afinal, tudo é possível quando há boa vontade, interesse e desejo de colaborar. O que não se justifica são as reclamações, comodismos e invencionices inoportunas e que acarretam um monte de reuniões, muitas vezes repetitivas e cansativas, principalmente aquelas em que TUDO É DISCUTIDO E NADA É DECIDIDO. Pensem e entendam que reuniões durante as obras só poderão ser feitas no CEPAR, no SALÃO ZACCARIA e nas SALAS DE CATEQUESE. No Loretão, nem pensar, afinal se a conta de luz do Loretão aumentar mais do que está, certamente Pe. Francisco vai pendurar a batina e procurar outra profissão.
Louvores e Glórias a Deus
Zamoura (Da Diva) 15° E.C.C
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