No dia 11 de fevereiro, a Igreja celebra o dia de Nossa Senhora de Lourdes, dedicando uma atenção especial aos enfermos. O calendário indica ser essa a data do Dia Mundial dos Doentes.
Nesse dia somos convidados a refletir sobre a situação dos enfermos incuráveis e terminais. Quase que automaticamente pensamos nas inúmeras pessoas que padecem vítimas do câncer e da AIDs, talvez por ser essas doenças sobre as quais mais se dá noticia na mídia e que geralmente provocam mais pesar.
Dizem que a doença e a morte são conseqüências do pecado.
Não só dos pecados porventura cometidos por aquela pessoa doente, mas o pecado que faz parte da historia da humanidade.
O "nosso" pecado, pois somos solidários na iniqüidade, o que fere a humanidade toda e o mundo onde vivemos.
Não obstante os progressos da ciência, não encontramos uma cura para todas as doenças. Além disso, muitos milhões de pessoas ainda experimentam
condições de vida insalubres, o que gera sempre maior numero de seres humanos considerados "incuráveis".
Será que poderemos, diante dos doentes, dizer alguma palavra de "encorajamento". Vemos neles os sofrimentos de Cristo crucificado, aquele que venceu o pecado e a morte. E inútil perguntar sobre o porquê da dor e do sofrimento! Talvez possamos sugerir que procurem estar unidos a Jesus, dirigindo-se ao Pai em completa confiança, conscientes de que toda a vida, e de modo particular as suas, está nas mãos do Pai.
Os sofrimentos oferecidos em união com o Redentor hão de ser úteis para as necessidades da Igreja e do mundo. As limitações,
incluindo a dor e os sofrimento, revelam que a obra de Deus ainda não foi encerrada.
Que Nossa Senhora Aparecida conforte as pessoas que estão doentes e assista todos aqueles que têm dedicado a própria vida, como Bons Samaritanos, para curar as feridas físicas e espirituais de quem sofre.
Fonte: Revista Aparecida
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