Entrevista Pastoral – Setor Juventude

Entrevistados: Maria Beatriz – EAC, Felipe Ferreira – MAC, Matheus Santos – EAC e Maria Eduarda – EAC.

Onde estão os nossos jovens?

Buscando estar mais atentos aos jovens da nossa comunidade, nesta edição, vamos falar um pouco mais sobre eles e contar como compõem o corpo da nossa paróquia. Fomos conversar com grupo pouco visto, porém muito vivo. Trata-se do Setor Juventude, que é formado pelos jovens dos grupos: EAC, MAC, EJC, MEJ e FÉ & DONS, (com os Assessores), que nos revela onde está o futuro da nossa igreja!

A definição programática do Setor Juventude, diz que ele não é mais um grupo jovem, mas àquele que reúne todos os grupos. “É o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a Evangelização da Juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns à luz do documento 85 da CNBB “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida”.

O Mensageiro: O que é o setor juventude?

É um acolhimento de todos os jovens, ou seja, um apoio a todos os jovens de todos os grupos da paróquia, e que existe para acompanhar tudo o que está acontecendo nos diversos grupos jovens Aqui no Loreto, por exemplo, nós temos dentro do Setor Juventude, pelo menos uma pessoa de cada movimento/grupo. Assim, temos o conhecimento de como anda a administração, a agenda, o caminhar do grupo como um todo, e podemos saber aonde atuaremos para ajudar a melhorar, além de acompanhar a paróquia toda e encaminhar outros jovens que estejam sem grupo para encontrar um lugar onde possam se encaixar.

O Mensageiro: E como ele é formado? E por quantas pessoas?

O setor é formado por jovens de todos os grupos da paróquia, estipula-se um número de acordo com o tamanho do movimento, não há um numero fixo, vai de acordo com a necessidade. Atualmente é formado por 13 jovens, um casal de Assessores, mais o nosso pároco Padre Sebastião e a nossa dirigente espiritual Irmã Graça.

O Mensageiro: Quais os grupos que participam?

Todos os grupos/movimentos de jovens da nossa paróquia, entre eles nós temos: o EAC (Encontro de Adolescentes com Cristo); o MEJ (Movimento Eucarístico Jovem); EJC (Encontro de Jovens com Cristo); FeD (Fé & Dons) e MAC (Maturidade Cristã).

O Mensageiro: Como surgiu a ideia de montar o Setor Juventude?

Há mais de 10 anos já existia na paróquia uma pastoral da juventude, onde primeiramente foi formada uma comissão pastoral da juventude, que tinha como função, articular os representantes de todos os grupos em uma época que existiam entre 10 grupos ou mais. Diante do tamanho da comissão, esta passou então a ser uma pastoral, surgindo assim a Pastoral da Juventude, porém com menos representantes, já que não se achava necessário um de cada grupo. Dentro da CNBB, surgiu o Setor Juventude como modo de atuar em todo o Brasil na área da juventude, propondo a repetição dessa organização nas Dioceses e nas paróquias. A própria pastoral organizou um curso à distância, para a formação de assessores jovens e adultos, mas, infelizmente, foram poucos que concluíram o curso. O pároco Padre Sebastião, com o auxilio da irmã Graça, selecionou alguns jovens dentre os que concluíram o curso, para formar o SJ, pois se percebeu a necessidade de aumentar o número de representantes, fazendo com que todos os movimentos fossem mais representados, formando então um colegiado visando ter um maior alcance entre os jovens. Durante um tempo ambos os grupos PJ e SJ, existiram juntos e por terem mais ou menos a mesma função a PJ cedeu lugar à nova organização do SJ. Mas gostamos de deixar claro que “Nós não somos uma coordenação, somos um espaço de debate”.

O Mensageiro: Quais as áreas em que o setor atua?

Primeiramente nós agimos nas áreas gerais, não visamos apenas um grupo, mas sim, apoiamos a todos. E, em caso de emergência, estamos dispostos e prontos a dar apoio no que for necessário. Além de promovermos a intermediação de tudo o que acontece na paróquia e na arquidiocese.

O Mensageiro: O setor atua de alguma forma em conjunto com alguma pastoral?

Já atuamos com a pastoral familiar, organizando o retiro de namorados. Entendemos que a pastoral familiar também visa à realidade do jovem, assim como o SJ, a diferença é que ela não possui representantes dos grupos jovens, como no Setor.

O Mensageiro: Além do já conhecido retiro da Semana Santa Jovem, quais são os outros projetos do setor para aproximar o jovem?

Começamos com um Retiro para Coordenadores de todos os grupos jovens da paróquia, e ao longo do ano vamos realizar eventos atrativos a eles, visando à arrecadação de fundos para auxiliar na execução de outras ideias. A nossa função principal é envolver a juventude com tudo o que acontece na igreja durante o ano.

O Mensageiro: E quais os outros projetos para o ano?

O retiro de namorados já é uma ideia concreta, mas também como já falamos vamos aproximar as ideias da Arquidiocese para a paróquia e levar o jovem a participar das coisas que estão rolando também em outras paróquias.

O Mensageiro: E como vocês acreditam que o Setor Juventude Vicarial (que foi criado aqui em Jacarepaguá há um mês) pode melhorar a vida do jovem na paróquia?

Ter um Setor Juventude em cada paróquia irá facilitar a comunicação e a forma de interagir com o jovem. O setor atuará como um apoio e um centro fixo. Um lugar para jovem se comunicar não só com outros grupos, mas também com a paróquia e a arquidiocese.

No Loreto como esse apoio já existia não afetará muito, porém em outras paróquias pode vir a ser um diferencial. Acreditamos que a nossa função agora é ajudar no funcionamento do Setor em outras comunidades, como já está funcionando na nossa, passando a experiência que já temos. O Setor Juventude Vicarial também vai facilitar a formação das agendas, evitando conflitos de datas, para que haja a interação das paróquias.

O Mensageiro: Qual a importância para a juventude e para todos a JDJ e o DNJ? O quanto isso pode influenciar jovens não católicos?

É importante poder unir todos os jovens da arquidiocese no mesmo espaço, e assim melhorar a unidade Igreja, também a comunidade ver as outras paróquias, quantos jovens e pessoas têm nelas e além de tirar um pouco a vivência de Igreja de dentro do ambiente da mesma e “sair para fora” como diz o Papa Francisco. Com isso, as pessoas que não são frequentadoras da Igreja Católica tem a oportunidade de ter esse contato, de ver num lugar fora da Igreja um evento grande, cheio de gente, com shows, com animação… Assim eles podem descobrir que também é possível ser jovem, se divertir, principalmente tendo uma religião, assim como muitos se surpreenderam na JMJ aqui no Brasil. A face jovem da Igreja católica vai muito além, e precisa ser mostrada para todo o mundo. A JDJ (Jornada Diocesana da Juventude) é mais ou menos a JMJ (Jornada Mundial da Juventude), só que acontece dentro de cada diocese, a cada ano, no Domingo de Ramos, todas celebrando ao mesmo tempo.

Além do retiro de formação para coordenadores jovens abordando: A Liderança através dos Apóstolos, ocorrido no final de fevereiro, nosso Setor incentivou e participou com os jovens do JDJ, tradicionalmente realizado no sábado de Ramos. Este ano, se deu em uma caminhada na praia da Barra da Tijuca, Santa Missa e um teatro com a encenação da Paixão. O Loreto esteve representado com cerca de 65 jovens.

Entrevista Carolina Siciliano
Pascom – Loreto

 

SETOR JUVENTUDE ARQUIDIOCESANO:

Comunhão e fraternidade: Setor Juventude do Rio de Janeiro reúne expressões da Arquidiocese para a unidade na evangelização

O Setor Juventude (SJ) da Arquidiocese do Rio de Janeiro (ArqRio) nasceu dentro do contexto de formação dos setores em várias dioceses brasileiras.

Após o impulso a partir de diversas iniciativas de âmbito nacional, na década de 90 e novo milênio, as dioceses encontraram um momento favorável para organização dos setores. Entre estas iniciativas estavam: o aumento do número de projetos e expressões que trabalham com os jovens; elaboração do Documento 85 da CNBB (sobre a Evangelização da Juventude), em 2007; pedido ao Papa Bento XVI para o Brasil sediar uma Jornada Mundial da Juventude (JMJ); e depois peregrinação dos símbolos da Jornada por todo Brasil, de 2011 a 2013.

Outro forte estímulo foi a consciência cada vez maior, por parte das dioceses e das expressões que atuam com juventude, da diversidade de carismas como um elemento-chave para gerar comunhão e fazer crescer e amadurecer a evangelização juvenil.

Deste modo, foi nesta perspectiva que se deu a criação do SJ da ArqRio, em 2010, e suas primeiras atividades com a juventude carioca foram a Jornada Diocesana da Juventude (JDJ), Dia Nacional da Juventude (DNJ), Hora Santa da Juventude (na semana de Corpus Christi) e Folia com Cristo. E depois de confirmada a Jornada no Rio de Janeiro, o Setor passou a organizar as vigílias mensais em preparação à JMJ Rio2013.

Hoje, o SJ do Rio de Janeiro reúne representantes de movimentos, novas comunidades, congregações e Pastoral da Juventude, continua a promover eventos como estes, mas, sobretudo, pretende ser um espaço de comunhão e participação para unir e articular todos os segmentos juvenis diocesanos num trabalho conjunto, com alguns objetivos e prioridades comuns em vista da evangelização da juventude, como assim indica o Documento 103 da CNBB, “Pastoral Juvenil no Brasil – Identidade e Horizontes”.

Como ainda orienta o Documento 85, “o Setor não substitui a organização própria de cada segmento (…). Cada experiência (…) mantém sua organização própria, com a novidade de projetos e eventos assumidos e realizados coletivamente. Inclusive, a diversidade é considerada uma riqueza e precisa cada vez mais ser conhecida, acolhida e valorizada”. Sendo assim, é neste objetivo que o SJ quer valorizar a diversidade e a comunhão, tudo em vista da missão e do desejo de levar muitos jovens ao encontro pessoal com Cristo.

(Por Gracielle Reis, membro do Setor Juventude da Arquidiocese do Rio de Janeiro).

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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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