Entrevista Pastoral: Oficinas de oração e vida

Quem tem tempo para orar?

Meia hora?   Uma sagrada meia hora. Orar não é fácil. Estabelecer um trato de amizade, estando verdadeiramente a sós com aquele que sabemos que nos ama… Isso é orar!

Quando você não consegue se centrar, parar, olhar para dentro de si mesmo e mergulhar em Deus, é como se houvesse uma quebra da unidade interior.  Se dá uma ruptura da unidade do ser, que se divide em muitos e vai em todas as direções. Mas afinal, para onde estamos indo todos com tanta pressa? Em que direção? O que estamos buscando?

Em meio a um turbilhão de informações, temos dificuldade em silenciar nossa alma. E dessa forma, muitas vezes não conseguimos ter um profundo encontro com Deus. Muitas vezes nos isolamos para orar, fechamos portas e janelas, mas tudo que está lá fora não sai da nossa cabeça. E o que fazer?

Em função disso, falaremos um pouco do maravilhoso trabalho com o qual as Oficinas de Oração e Vida nos contemplam em nossa paróquia.  Não se trata de uma pastoral e nem mesmo de um movimento, mas, de um serviço eclesial aprovado pela Santa Sé, que tem caráter missionário e é aplicado por períodos pré-determinados em igrejas de diversos bairros.   Para a matéria desta edição, nós conversamos com uma das guias que aplica a oficina na nossa paróquia.

A Oficina é oferecida duas vezes ao ano, por um período de quatro meses, às terças-feiras no turno da tarde. Na saída das missas, é feito o convite para que as pessoas venham nos conhecer. Ela se propõe a ensinar de uma maneira diferente: Da oração mais simples até as mais místicas. Há também uma convivência com a Palavra durante quase quatro meses. Com a ajuda de um instrumento fabuloso, que é Pequena Pedagogia, aprende-se a aplicar a Palavra escutada às situações concretas de nossas vidas; em que sentido, os critérios divinos encerrados nesta Palavra interpelam o nosso modo de pensar e atuar. A frase que sintetiza o caminho a seguir nas oficinas de Oração e Vida é “do encanto de Deus, ao encanto da vida”.

Em nosso primeiro encontro, que chamamos de sessão de abertura, as pessoas tomam conhecimento do que é uma Oficina de Oração e Vida, seus conteúdos, duração e compromisso. E no final, se houver uma identificação com o que lhes foi apresentado, ela poderá fazer a sua inscrição. Caso contrário, poderá se retirar sem compromisso algum. A cada semana um tema é estudado e os oficinistas precisam levar sua bíblia e um caderno espiritual. Além disso, recebem um material que consta de um kit com dois livros, sendo um de cantos e um de encontro, e uma capinha para ser guardada a folhinha com um exercício semanal. A prática em casa é fundamental.

Temos também a acolhida e o momento de silenciar, que significa tranquilizar o corpo e respirar. Pois se tentarmos orar com o corpo acelerado, nós não conseguimos. Temos a invocação ao Espírito Santo, o objetivo, as orações, cantos e a palavra. Na conclusão nós temos o deserto, o coroamento. Ao final, as pessoas também preenchem uma folha de testemunho, contando um pouco da sua experiência na oficina.

A partir do momento em que você crê, Deus usa seus dons, os dons que ele lhe concedeu. Por isso, as pessoas que ainda não estão engajadas em alguma pastoral são encaminhadas para uma vida apostólica dentro da nossa paróquia, e as que já estão engajadas continuam o seu trabalho levando o que aproveitaram de bom. Atualmente, temos pessoas de vários movimentos, como o ECC, Fé e Dons e Catequese, que quiseram se aprofundar um pouco mais na oração. Existe uma riqueza de Deus, que atende a todos. O espirito Santo conhece as diferenças individuais e para cada uma delas há uma pastoral. Esta é uma das riquezas da nossa Igreja Católica.

Um dos desafios, é fazer com que as pessoas conheçam as oficinas, uma vez que a divulgação ainda é muito pequena.  Esperamos que essa matéria desperte nos leitores o desejo de vir conhecer um pouco do maravilhoso trabalho missionário do Frei Inácio. E para reflexão de todos, deixamos aqui algumas palavras: Desde sempre, e para sempre, somos gratuitamente amados por nosso Pai.  A oração e a vida pela fé lançam as almas para Deus.  “Deus me ama, não porque eu seja bom, nem para que eu seja bom, ele me ama, por que é meu pai. ”

Venham melhorar sua qualidade de vida e que Deus nos abençoe!

Luciana Magalhães
Pascom Loreto

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CAPELAS

capelaNeste espaço, você encontrará os endereços das Capelas assistidas pela nossa paróquia e seus respectivos horários das Missas:

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    • » SANTO ANTONIO
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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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