ECC – Encontro de Casais com Cristo

Entrevista Pastoral

Ecc – Encontro De Casais Com Cristo

Era um feriado e lá estavam eles, reunidos, com toda a alegria do mundo para servir a Cristo e aos irmãos. Em meio às preparações do próximo ECC que será agora em Maio, pudemos conversar com os casais que estão à frente dessa organização para mais esse encontro. Participaram da entrevista: Antonio e Fátima – 49º ECC; Souto e Claudia – 54º ECC; Denilson e Jô – 59º ECC; Manoel e Odete – 55º ECC; Paulo e Vânia – 53º ECC; Homero e Ju – 32º ECC; Wagner e Andreia – 55º ECC.

O que é o ECC? O que te levou a fazer o encontro e a aderir de forma tão completa ao serviço?

Antônio e Fátima – O ECC a nível paroquial é destinado a despertar os casais da comunidade para iniciar sua caminhada na fé. Muitas pessoas da comunidade vêm para igreja através do encontro de casais. No nosso caso fomos convidados por um casal amigo, em 2004, para fazer o ECC. Estávamos em dúvida sobre fazer ou não, mas viemos e foi um marco, pois foi uma modificação muito grande, tanto nos hábitos, visto que já éramos de igreja, mas começamos a conhecer os serviços pastorais de nossa paróquia, que até então não conhecíamos. Vínhamos às missas das 10h e após o ECC passamos a vir à missa das 18h30, direcionada mais para casais. E estamos nessa jornada, trabalhando no encontro desse ano que será nos dias 15, 16 e 17 de maio.

Antônio e Fátima – no começo eu não queria fazer o ECC, o Antônio é que queria fazer, porque a gente fica naquela ideia de não querer compromisso, de não perder o final de semana para estar na igreja, só que aos poucos você vai vendo que o trabalho é feito com tanta alegria, com tanta leveza que quando vê, já está na igreja. E o amor, o carinho, é que te motiva tanto para o seu trabalho, muda a sua vida na família e você começa a dá outro direcionamento do seu tempo.

Souto e Cláudia – O Souto estava mais a vontade para fazer o encontro e eu já me encontrava mais resistente a perder os finais de semana. Achava que era uma perda. Hoje vejo que foi um ganho, pois já estou participando desde o meu encontro e cada vez com mais prazer, participando inclusive de outras pastorais e de Betânia.

Denilson e Jô – o ECC em nossa vida começou com o casamento que não ia bem. Participávamos das missas dominicais, mas não participávamos de mais nada. Viemos fazer o encontro porque nosso casamento não andava bem. Depois do encontro conhecemos amigos, pessoas que queriam o nosso bem e conhecemos mais a fundo a Cristo, que entrou em nossa vida matrimonial e dai em diante, após o encontro, passamos a viver a vida a três, com Jesus sempre ao nosso lado. Dessa maneira conseguimos retomar o nosso casamento, conseguimos reestruturar a nossa família e hoje tudo que fazemos é para agradecer a esse momento, agradecer a Deus a oportunidade que ele nos deu da restauração da nossa vida, da nossa família e graças a Deus hoje Ele só vem nos presentear e dar bênçãos sobre bênçãos, inclusive com a terceira filha, já tínhamos uma de 14 e outra de 16. Temos a agradecer sempre ao ECC, pois foi dele que começou a restauração na nossa vida.

Manoel e Odete – No nosso caso eu tinha uma restrição muito grande a fazer o ECC. Participava da missa aos domingos e aí tivemos a oportunidade de fazer o ECC. Foi extremamente prazeroso conhecer como funciona o ECC a nível familiar. Ele trouxe muito mais tranquilidade, muito mais integração na família e estamos tendo a oportunidade de trabalhar em todos os encontros até o momento.

Paulo e Vânia – Entramos no ECC através de uma insistência muito grande da minha irmã (Arthur Luiz e Tânia) eles tinham feito e ficaram insistindo muito para que fizéssemos que era muito bom e nem eu e nem o Paulo queríamos. Nós não queríamos o compromisso, perder tempo na igreja sempre, ser carola, enfim. Mas um casal de amigos nosso fez e ficou muito encantado e aí quando esse segundo casal fez, aí resolvemos fazer pelo menos para ver o que rola, já que as pessoas gostam tanto. E aí viemos fazer e desde que nós fizemos, trabalhamos em todos os ECC’s, nunca deixamos de trabalhar e percebemos uma mudança grande porque Jesus passa a fazer parte efetiva da família, ele passa a estar dentro da nossa casa, dentro do nosso lar, passa a fazer parte das nossas atitudes, em todos os momentos e é bom demais estar ao lado de Jesus, é bom demais. O grande ganho do ECC é trazer as famílias para perto de Jesus, que é o que nós estamos precisando, nesse momento atual em que vivemos.

Homero e Ju – Fizemos o 32º ECC já ha bastante tempo. Na época fomos convidados e aceitamos naturalmente porque o casal irmão da Junilda fez antes de nós. Para nós significou uma caminhada interessante aqui dentro do Loreto, pois estávamos afastados e posteriormente começamos a participar de uma maneira muito constante e nunca mais nos afastamos. Devido a isso, meus filhos se engajaram e fizeram parte do EAC e hoje fazemos parte como uma família, pois nossos amigos estão aqui dentro e estar aqui nos traz um conforto muito grande. Sempre que estamos aqui nós lembramos a influência que deve ter a parte religiosa em nossa vida.

Wagner e Andreia – Apesar de católicos, éramos católicos de festa, estávamos em casamentos, batizados, 15 anos, mas a missa mesmo, com frequência, nós não vínhamos. O ECC na nossa vida fez com que nos engajássemos mais nos trabalhos da igreja, entramos na pastoral dos noivos. Não conseguimos pensar mais na nossa vida sem os movimentos da igreja e sem trabalhar no ECC. Uma das coisas que nos motivou a fazer foi trazer o nosso filho para esse ambiente que é um ambiente de amigos verdadeiros, de pessoas que estão com o mesmo objetivo que é para praticar o bem, sem olhar a quem. A quantidade de amigos que nós fizemos depois do encontro, hoje temos muito mais gente em nossa vida do que tínhamos antes, estamos mais fortalecidos na fé, se torna mais fácil encarar os problemas que temos em nossas vidas e a gente sempre encontra um irmão que pode dar uma palavra de conforto, uma palavra de tranquilidade, uma palavra de Deus para que possamos tocar nossa vida, os nossos tropeços e obstáculos com mais força e coragem.

Qualquer casal pode fazer o ECC?!

Antônio e Fátima – Se for casado sim. Se não tiver nenhum impedimento em receber o sacramento do matrimônio, precisa estar convivendo junto por no mínimo três anos.

Manoel e Odete – Caso tenha alguma restrição, existem outros movimentos em nossa paróquia, como o Fé & Dons, para que eles possam participar.

Há muita gente que faz o encontro e não volta?

Antônio e Fátima – Alguns casais que vem fazer o encontro não voltam. Existem outros que voltam, mas por alguma circunstancia ou aborrecimento, não entendem que estão ali por Deus e se afastam. Mas é um serviço e que muitos gostam de trabalhar.

Wagner e Andreia – Uma coisa interessante é que muitos casais dizem que vieram forçados, o esposo ou a esposa ou os dois. Quando chegam aqui, eles se encontram realmente na comunidade, se encontram com Deus e depois são os que mais trabalham, os que mais têm assiduidade, os mais empenhados, eles realmente se transformam.

E como é o encontro?

Souto e Cláudia – Eles preenchem uma ficha que fica em arquivo. Como são dois encontros por ano, selecionamos essas fichas e aí eles são chamados para fazer o encontro. O encontro são três dias, começando na sexta à noite, ficando sábado e domingo o dia inteiro, sendo que ao final do dia eles voltam para casa.

E como é ter o Pe. Sebastião como dirigente espiritual?

Antônio e Fátima – Padre Sebastião é muito bom como dirigente espiritual por uma razão muito simples que pudemos ver no curso de formação que fizemos esse mês, é que ele conhece o ECC, ele elaborou o ECC, ele conheceu o Padre Afonso Pastore, ele implementou o ECC aqui na nossa paróquia. Ele é um dos poucos dirigentes espirituais, párocos mesmo, que tem formação de ECC, conhece o ECC, os detalhes do ECC, segue a linha do documento nacional.

Além disso, tem o conforto que temos aqui na nossa paróquia, pois em contato com outras paróquias, vemos que elas se ressentem de não ter um dirigente espiritual, um padre, um pároco, um administrador que conheça o encontro e dê o valor que o encontro tem. Muitos acham que é mais um cargo, um trabalho e que eles já são muito sobrecarregados.

Antônio e Fátima – E até seguindo realmente o documento nacional, pois as pessoas acham que podem fazer da forma que acharem melhor, mas o ECC tem que seguir o documento nacional.

Antônio e Fátima – Queria complementar que cada detalhe do ECC foi bem pensado pelo Padre Afonso Pastore. No curso de formação realizado pelo Vicariato, pudemos conversar um pouco sobre e saber que quando foi feito o trabalho de montagem do documento, vários religiosos foram consultados, sendo o documento feito por várias mãos. E primamos por seguir o que diz o documento porque em tudo há uma razão de ser.

Denilson e Jô – Queria enfatizar que o ECC não é um encontro que ocorre apenas no Rio de Janeiro. Várias paróquias do Brasil tem o ECC e comparo um pouco o ECC com a Missa, pois em todos os lugares do mundo é feito a mesma coisa, da mesma forma, feito exatamente de acordo com o livro criado pelo Padre Afonso Pastore. É algo feito de forma geral e todos buscam seguir a mesma forma de ensinamento.

Paulo e Vânia – Gostaria de agradecer ao Pe. Sebastião porque se aqui no Loreto conseguimos ter dois encontros por ano, é realmente porque temos um dirigente atuante que está à frente, que está presente. Nós fizemos um curso de capacitação e foi gratificante ver o nosso dirigente espiritual chegando lá. Ficamos muito orgulhosos de ter um dirigente espiritual tão atuante, tão presente.

E o que mais vocês gostariam de ressaltar?

Antônio e Fátima – Nesse encontro, o que está me chamando atenção é que estamos tendo a oportunidade de retornar casais, convidar casais que há muito tempo fizeram o ECC e que por algum motivo se afastaram da igreja, das atividades, do ECC ou da comunidade, ficando apenas nas pastorais ou nem isso. Padre Sebastião comentou isso no início da preparação para esse encontro, e nós fomos fazendo isso aos poucos. Alguns até se mostraram surpresos com a nossa ligação, com o nosso convite para trabalhar no ECC. É como se tivesse resgatando, trazendo a pessoa novamente, reforçando o despertar que elas tiveram há muito tempo atrás, se atualizando com relação às mudanças que ocorreram no movimento entre esse intervalo de tempo. Estou muito alegre com o retorno de casais que ha muito tempo não sabiam o que era trabalhar no encontro.

Wagner e Andreia – É um reviver o encontro. O Encontro é o movimento. O objetivo principal é esse. Porém, a cada encontro a gente revê os amigos, revê a condição de casal e a gente fica três dias envolvidos no encontro, então chamar os casais antigos é trazê-los para esse circulo que é formado pelos paroquianos que fazem o encontro.

Manoel e Odete – Quando os casais fazem o ECC, eles são resgatados, também para trabalhar, pois depois eles vão ficando muito lá para trás. Entretanto, se formos colocar todos que já fizeram o ECC para trabalhar, nem o Maracanã daria.

Antônio e Fátima – A importância também de trazer casais que já fizeram ha algum tempo, é a partilha, a troca de experiências com os casais mais antigos. Eles trazem uma fé, uma firmeza de colocar as coisas, a experiência de vida de cada um. Então nessa mescla com os mais novos que estão trabalhando, que estão motivados e tudo mais, no contato com os mais antigos, eles fazem essa ponderação, esse equilíbrio, pois trazem a fé mais firme, focam mais na espiritualidade e com isso conseguimos alcançar de maneira muito mais eficaz esse objetivo de redespertar e conscientizar os mais novos sobre a importância da religiosidade e espiritualidade no encontro.

Todos aqui fazem parte de alguma pastoral além de servir no ECC?

Antônio e Fátima – Fazemos parte da pastoral da liturgia e do dízimo.

Souto e Claudia – Nós não fazemos parte de nenhuma pastoral, mas trabalhamos na Casa de Betânia. Não é o serviço de uma pastoral, mas é a forma que encontramos para nos doar nesse período em que também estamos envolvidos com o ECC.

Denilson e– Nós não fazemos parte de nenhuma pastoral no momento, trabalhando apenas no EAC e no ECC.

Manoel e Odete – Além do ECC fazemos parte também da pastoral dos noivos.

Paulo e Vânia – Aqui no Loreto trabalhamos no ECC e no EAC, mas na Capela São Francisco de Assis, na Taquara, fazemos parte da Pastoral Familiar.

Homero e Ju – Participamos da pastoral do Dízimo também.

Wagner e Andreia – participamos também da pastoral dos Noivos e Coral da Paróquia de Nossa Senhora de Loreto.

E o lema e o tema desse ano?

Antônio e Fátima – Esse é o símbolo do 70º encontro do ECC, utilizado em todo o encontro. Ele possui um tema e um lema – o Tema é “ECC: Serviço escola da Igreja Católica a favor da evangelização das famílias”, e o lema é “Família: Berço da Vida, protagonista da fé”. O desenho mostra de maneira simples o casal que chega a igreja por meio do encontro e na igreja ele vai ter a oportunidade de conviver com as pastorais e no próprio encontro ele vai aprender sobre a igreja. Por isso que é serviço escola, pois ele vai se preparar para a vida dele em missão. A ideia seria, em um patamar mais a frente, que os casais preparados na igreja saiam para as comunidades, para fazer a evangelização das famílias. Mas não só em comunidades carentes, mas também nos condomínios, no trabalho. Você parte em missão para evangelizar onde você convive. E o desenho significa um pouco isso.

Qual a diferença entre serviço e movimento?

Antônio e Fátima – O ECC é um serviço da igreja católica. O próprio Tema salienta isso. O movimento de maneira geral visa reter as pessoas naquela atividade, pois ele quer fazer a evangelização e precisa de mão de obra para realizar aquela atividade. Então o movimento retém a pessoa para a pessoa trabalhar o máximo que ela puder, não existe uma hora de sair, você busca que aquela pessoa fique trabalhando e traga outras pessoas para aquele movimento. O serviço do ECC é um pouco diferente, a ideia dele não é reter a pessoa no encontro, mas preparar, despertar aquelas pessoas para o trabalho pastoral, para o serviço pastoral dentro da paróquia e na comunidade, nas diversas pastorais que temos, ele não visa reter as pessoas no encontro, mas preparar as pessoas para o trabalho fora do encontro. O ECC não é uma pastoral, mas um serviço que é realizado para o engajamento pastoral.

Antônio e Fátima – sendo o ECC um serviço da comunidade que foca realmente os casais, em direcionar para as pastorais. Na verdade o serviço do ECC é esse, não reter as pessoas. O ECC traz os casais e depois buscamos envolve-los nas pastorais.

Por Thiago Santos

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quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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