Ser Padre é viver em meio ao turbilhão do mundo, e não desejar seus prazeres. É membro de todas as famílias e a nenhuma pertence. Compartilha todos os sofrimentos, penetra todos os segredos, derrama bálsamo em todas as feridas. Apresenta-se a Deus, em nome dos homens oferecendo-lhe suas preces, volta-se ao homem para comunicar-lhe o perdão de Deus e a esperança. Possui um coração de fogo, pela caridade que o incendeia e um coração de bronze pela castidade que o tempera.
Ensinar, perdoar, consolar e abençoar, eis a missão do Padre.
Padre como és grande! Como Deus te ama e assim te chamou para compartilhar com ele todo o mistério da salvação. Vê, Padre, que poder imenso que tens em tuas mãos, nem os anjos entendem, adoram teu poder por reconhecerem nele uma parte de Deus.
Padre bendiga o Senhor que fez tantas maravilhas em ti!
(Texto de um anônimo).
O Sacerdote quando celebra é na pessoa de Cristo que faz. Mas ele é sempre sacerdote, mesmo fora de suas funções. Sua função é insubstituível. Ele é um homem especial, com uma vocação específica em favor do povo. Seu celibato é um bem espiritual por causa do Reino dos céus. Os cristãos vêm nesse estado civil de solteiro celibatário um dom de Deus. E Deus é louvado na oferenda livre dos corpos de seus consagrados e de seus ungidos, outros Cristos. O Sacerdote é outro Cristo!
Aos nossos queridos sacerdotes de hoje e sempre: Pe. Sebastião, Pe. Miguelito, Pe. João Siqueira e Pe. Saraiva, Pe. Arthur, Pe. Victor, Pe. Francisco e Pe. Luiz Antônio nossas homenagens e nossa gratidão.
Que o Senhor os cubra de bênçãos e lhes conceda muita saúde para cumprir a difícil missão a que foram chamados, disseram SIM e são fiéis a Cristo.
Nosso carinho e nosso abraço
O Mensageiro |