Pai Nosso, eu te agradeço pelo dom da vida.
Eu ainda não estava esboçado no seio de minha mãe,
E tu já me conhecias e amavas.
Se na minha vida tentei, às vezes, ir longe de ti,
Tu não me abandonastes e tua mão me segurou sempre.
Às vezes, não reconheci a tua presença em mim.
Nem sempre eu te vi ao meu lado.
Faz, porém, que de agora em diante sempre mais
reconheça a tua presença
e perceba o calor do Teu amor paterno.
É prodigioso falar-te como a alguém que me ama.
Obrigado, Senhor, por seres o amor.
Obrigado por ter permitido que eu compreenda.
Que nunca tenha medo de ti, meu Deus!
Na hora do luto e da angústia, dá-me força.
Na hora do sofrimento, que eu não pense apenas em mim,
Mas seja solícito em ajudar em confortar meus irmãos.
Peço, acima de tudo, que, em meu coração, permaneça sempre
a alegria de sentir que tu és meu pai.
Que essa graça e essa alegria me ajudem
a tornar realidade a palavra do teu discípulo amado:
“ Se Deus nos amou assim, nós também devemos
amar-nos uns aos outros”.
Apesar da minha fragilidade e fraqueza
-sou apenas um vaso de barro!
Que eu seja um sinal da tua presença e esperança.
Que todos possam ver que tu és meu pai e eu sou teu filho.
É bom ter a certeza de que, em tua casa, ó Pai, haverá lugar
para mim e para todos os teus filhos, meus irmãos.
Pe. Alberto Antoniazzi
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