Os Nascidos antes de 1945
pQueridos
irmãos leitores, vivendo os dons que recebemos, vez por outra nos vem inspiração
para criar novos textos e abordar assuntos polêmicos. Na verdade, vivemos
hoje uma época bastante questionável em termos de moral cristã,
isto porque certos comportamentos e procedimentos não coadunam com a dignidade
e o bem-viver à luz do Evangelho de Jesus Cristo. A modernidade, lamentavelmente,
em termos de futuro, está afetando os laços de família e
desviando o verdadeiro rumo dos nossos jovens. Para que possamos comparar o modismo
das épocas, os nascidos antes de 1945, certamente dirão: nós
nascemos antes da televisão, antes da penicilina, da vacina sabin, da comida
congelada, da fralda descartável, do xerox, das lentes de contato, da pílula
anticoncepcional, do forno micro-ondas, e do viagra, entre tantas coisas surgidas
através do avanço tecnológico. Nós nascemos antes
dos aviões a jato, do radar, dos cartões de crédito, do raio
laser, das canetas esferográficas, das máquinas de lavar pratos,
das lavadoras de roupas, dos refrigeradores, do ar-condicionado, das escadas rolantes
etc... Nós casávamos primeiro e a lua-de-mel vinha depois, os hotéis
exigiam a certidão de casamento aos casais que queriam se hospedar. Gente
estranha não ?? Nós nascemos antes do direitos dos "gays"
da mulher que trabalha fora de casa, da produção independente de
filhos, dos berçários, da terapia de grupo, dos spas e dos flats.
Nós nunca ouvimos falar em vídeo-cassete, cd, corações
artificiais, vídeo game, computadores, telefones celulares, danoninho e
rapazes de brinco. Nos nossos dias fumava-se cigarro. "Erva " era usada
para fazer chá. Coca era um refrigerante, e pó era sujeira. "Embalo"
era como se fazia a criança dormir. "Lambada" era chicotada,
fio dental servia para higiene bucal e malhar, era coisa de ferreiro. Nós
fomos da geração que pensava que era necessário um marido
para ter um bebê. Namorávamos respeitosamente e a gravidez, era temida
e respeitada pelos não casados. As mulheres grávidas usavam batinhas
e roupas discretas de modo que não se evidenciasse seu estado. As crianças
não se envolviam nas conversas dos adultos. A adolescência não
era considerada algo complicado e difícil. As senhoras que não usassem
meias longas, eram mal vistas na sociedade. Não é de se espantar
que estejamos tão confusos e haja tamanha lacuna entre as gerações.
Mas nós vivíamos. Sim, nós vivíamos e continuaremos
a viver apesar da próxima invenção. Queridos irmãos,
oremos para que os bons costumes voltem a ser adotados pelas famílias,
principalmente as cristãs católicas, pois do jeito que está
não pode ficar. Zamoura (da Diva 15º. ECC)
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