A Beleza da Infância

 

Crianças de Fé

infancia1 Por que será que nos diverte tanto fazer um bebê gargalhar? Quem nunca fez “bilu-bilu” na bochecha de um bebê, só para em seguida cair na risada com ele? E repetiu, repetiu…

 A convivência com as crianças em um lar seguro e fraterno alegra a vida e dá sentido a luta que travamos diariamente pelo pão, por um mundo melhor, por uma sociedade mais justa, por homens e mulheres mais tementes à Deus.
 Olhar em silêncio uma criança brincando sozinha, construindo seus castelos e sonhos, nos devolve um pouco dos nossos próprios sonhos.  Apreciar uma criança dormindo é um dos quadros mais belos que se pode contemplar. Participar com elas as suas descobertas nos enche de orgulho e admiração. Como é bom quando percebemos que elas já são capazes de articular uma defesa, mesmo que seja para conquistar um sorvete.

 E assim, vamos! Nos encantando com a beleza da infância, olhando para os pequenos para desvendarmos o que ainda guardamos de melhor em nós mesmos para que, na contrapartida, possamos transmitir com nosso exemplo a eles, valores como a verdade, a amizade, o perdão, a partilha, o respeito e a justiça. Pode parecer uma reflexão utópica, mas no fundo se todos os pais e mães se lembrassem mais vezes como era bom ser inocente, sonhador e ter a capacidade de decidir as coisas com simplicidade, dentro de uma lógica cordial e respeitosa, talvez a vida fosse mais fácil de ser vivida e o mundo o lugar sonhado por Deus quando o criou.

O que é uma lástima é que a infância, que é quase sinônimo de inocência, por vezes é ameaçada. Nos lares que julgamos estáveis, muitos pais deixam de dedicar tempo aos pequenos, em busca de mais dinheiro para manter a família. Outros não percebem e acabam por consentir ações externas, que são nocivas, que influenciam o comportamento das crianças, despertando e promovendo a queima de etapas em seu processo de evolução, e logo cedo, passam a se vestir como adultos usam maquiagem, não brincam, imitam ‘celebridades’, por vezes vulgares, e quando se vê, a idade é de criança, o corpo é de criança, mas o ser não é mais uma criança.

A situação piora nas famílias que não possuem estabilidade emocional, que são mais vulneráveis, com relações mais frágeis, tanto do casal entre si, quanto dele com as crianças. Porém, seja qual for a situação, a infância tem que ser preservada. A criança precisa ser protegida.

A criança que vive em um lar cristão, pautado no amor e no respeito individual, seja em qualquer situação socioeconômica, tem preservada a sua natureza. Ela vai crescer fundamentada nos ensinamentos mais puros e mais completos, que vêm da boca de Deus. A evangelização das crianças deve ser um projeto dos pais, desde a sua concepção. Cantar para a criança ainda na barriga, rezar por ela em voz alta, niná-la com cânticos marianos… Nada pode ser mais edificante! Será rezando em família, nas refeições, ao acordar ou deitar, diante de uma paisagem bonita, levando os pequenos à igreja, reservando em casa espaço para um pequeno altar ou um local fixo de devoção e oração, onde tenha a Bíblia, uma imagem ou um terço. Onde a criança possa colocar uma flor, onde possa colocar um desenho, um versinho escrito para Jesus ou Nossa Senhora, enfim, onde a criança se perceba, se sinta parte, se identifique e se harmonize. Será observando nos mais velhos, os gestos e atitudes de silêncio, recolhimento e serenidade quando estão com Deus que a criança, por imitação, vai despertando para uma relação pessoal com Jesus. A catequese começa em casa. O Pai-nosso só foi ensinado aos discípulos depois que eles já tinham caminhado muito ao lado do Mestre. Portanto, inicia-se a criança na oração com palavras simples do dia a dia, as mesmas que ela usa para falar com os amigos.

 infancia2“A fé não é uma história com moral, que se transmite às crianças. A fé é um estilo de vida, uma relação de confiança que a criança vai apreendendo pelo exemplo, pelo ar que respira. Transmite-se a fé vivendo-a. Transmite-se a fé convidando Jesus a habitar a nossa casa, os nossos gestos e as nossas conversas” (Domingas Brito -Apostolado da Oração).

O primeiro passo e o mais importante é o batismo. Por meio dele, todos nós somos consagrados e ungidos. Somos marcados na alma, como membros de uma nova família e parte do corpo do Senhor. Alguns não entendem por que batizamos as crianças, mas é justamente por causa disso. Não queremos que os nossos filhos sejam de Deus apenas quando crescerem; eles podem até fazer a opção de não serem, mas é importante saberem que, desde pequenos, foram conduzidos por seus pais na fé, na entrega, na vida voltada para as coisas do Senhor. Tudo de bom que temos precisamos dar aos nossos. E não há coisa mais sagrada, mais bela e importante do que educá-los na fé.

 Maria está sendo educada para ser uma mulher de fé; seus pais Elaine e Neimar se conheceram no curso de Crisma no Loreto, em 1994. Se reencontraram anos depois, casaram em 2013 e agora, em 2016 nasceu Maria. 

 Daniela de 3 anos, participa do terço em família com seus pais, Daniel Elias e Melissa. Ela ainda não sabe rezar, mas sabe que Nossa Senhora é a mãe de Jesus e nossa mãezinha do céu, a quem ela já ama e respeita.

 Eduquemos nossas crianças para que cresçam felizes e sejam homens e mulheres de fé!

Aos pequenos, um Feliz dia das Crianças!

 

 

Apadrinhamento Afetivo de Crianças

infancia3 Estamos no mês das crianças e ao invés de arrecadarmos brinquedos para distribuir nas comunidades carentes, podemos pensar em como promover ainda mais ações que preservem a vida, o bem estar da criança, sua individualidade e amor próprio, alem de fazê-las se sentir participeis da sociedade.

 A campanha do apadrinhamento infantil vem ao encontro dessa aspiração. Vamos conhecer melhor o assunto:

O que é apadrinhamento afetivo?

 Apadrinhar afetivamente uma criança é permitir que ela passe algum tempo com você, por alguns períodos, um dia da semana ou o final de semana, sem implicar qualquer vínculo jurídico. O Padrinho ou Madrinha é alguém que queira auxiliar e acompanhar a vida de uma criança ou adolescente que está em um abrigo, e que tem pouca possibilidade de ser adotado. Cada padrinho ou madrinha terá liberdade de escolher lugares para passear, ocasiões e demais atividades para realizar com o afilhado, participando efetivamente da vida da criança ou adolescente.

O que posso fazer com meu afilhado afetivo?

Veja as atividades que podem ser feitas com seu afilhado afetivo:

• Levar para passear;
• Acompanhar e ajudar nas tarefas da escola;
• Levar ao médico e ao dentista;
• Realizar brincadeiras em dias de visita ao abrigo;
• Levar (se desejado) o afilhado para passar um dia ou fim de semana em sua residência.

Quem pode apadrinhar?

Veja os critérios para o Apadrinhamento Afetivo:

• Ter disponibilidade de tempo para participar efetivamente da vida do(a) afilhado(a) (visitas ao abrigo, a escola, passeios, etc.);
• Ter mais de 21 anos (respeitando a diferença de ser 16 anos mais velho do que a criança ou adolescente);
• Participar das oficinas e reuniões com a equipe técnica do projeto;
• Apresentar toda a documentação exigida;
• Consentir visitas técnica na sua residência;
• Respeitar as regras e normas colocadas pelos responsáveis do projeto e dos abrigos.

Como apadrinhar?

 Você pode entrar em contato diretamente com o abrigo de seu interesse, ou falar com alguma instituição que intermedia o apadrinhamento afetivo em diversos abrigos. Aqui no Loreto, você pode conseguir informações com a Cláudia e Betinho, do Projeto Apadrinhar.

Mais informações no nosso site: loreto.org.br ou em padrinhonota10.com.br

 

GRUPO DE APOIO À ADOÇÃO – O QUE É? ONDE ENCONTRO?

Agora, se você está pensando em adotar e tem muitas dúvidas, se está em processo de habilitação para adoção, se está na fila de adoção e quer compartilhar com outras pessoas suas angústias, se já adotou e quer trocar experiências com outras famílias: Participe de um grupo de apoio à adoção!

Neste mês de outubro, em nossa comunidade um novo Grupo de Apoio à Adoção inicia suas atividades: o GAA Santuário da Adoção.

As reuniões mensais serão todas as terceiras quartas-feiras de cada mês, das 19h30min às 21h30min, no Cepar, portanto nossa primeira reunião será dia 19/10, com o tema: O que é adoção e qual é a importância dos Grupos de Apoio à Adoção?

 

O que é um grupo de apoio à adoção (GAA)?

Os grupos de apoio à Adoção são formados, na maioria das vezes, por iniciativas de pais adotivos que trabalham, voluntariamente, para a divulgação da Nova Cultura de Adoção, prevenir o abandono, preparar adotantes e acompanhar pais adotivos no pós-adoção, auxiliar na reintegração familiar, conscientizar a sociedade sobre a legitimidade da família adotiva e, principalmente, auxiliar na busca ativa de famílias para adoção de crianças fora do perfil comumente desejado pelos adotantes (crianças de mais idade, com necessidades especiais, grupos de irmãos ou inter-raciais).

Todos os GAAs trabalham:
– por adoções legais, seguras e para sempre,
– pela garantia do direito à família para todas as crianças e adolescentes,
– Pela legitimidade da família adotiva,
– por uma cultura de adoção na sociedade!

 

Onde encontrar um grupo de apoio à adoção?

Segue link do site da ANGAAD (Associação dos Grupos de Apoio à Adoção) com lista completa dos grupos de apoio à adoção (GAAs) no Brasil:  www.angaad.org.br/lista_gaa.html

Fonte: ANGAAD

 

 

Uma história de Fé – Desde o nascimento, uma vencedora!

 infancia4Raquel, de 32 anos, casada fazia 02 anos, adoeceu gravemente. Sofria de hemorragias e dores terríveis no período menstrual. Em 2014 foi diagnosticada com endometriose avançada. Começou então a busca por uma equipe médica que a operasse, pois a doença já tinha atingido parte do intestino, que teria que também ser retirada.

 No dia 05 de maio de 2015, a médica escolhida por Deus para a cirurgia, reuniu a equipe no Hospital Nossa Senhora do Amparo. Raquel, ao passar pela recepção no momento da internação, viu ali várias mulheres que dariam a luz naquele dia e rezou mais uma vez, em silêncio: “Meu Deus, não poderei ser mãe depois dessa cirurgia, mas confio em Ti e seja feita a Vossa vontade na minha vida”.

 Internada, foi submetida a outros exames e mais uma ultrassonografia foi feita. No centro cirúrgico, anestesia geral. A médica, no entanto, optou por não abrir seu abdômen, fazendo uma pequena incisão. Por vídeo laparoscopia examinou a área atingida pela doença. Resolveu então não operar. Fechou o pequeno corte e mandou Raquel para o quarto. Lá, encontrando-se com a mãe dela, disse: – “a senhora acredita em milagre? Sua filha não tem mais endometriose”. Respondendo imediatamente a constatação da médica, a mãe respondeu: – “Jesus operou um milagre na minha filha e a curou!”. A médica respondeu:

 – “Mas ela tem outra coisa: uma gravidez de 4 meses”!

Alegria, espanto… Uma mistura de sentimentos tomou conta de toda a família. E depois, a preocupação natural, agora com o bebê, afinal, foram muitos exames, ressonâncias, medicamentos fortes tomados pela mãe. Mas os exames indicavam que o bebê estava bem.

E tudo corria bem mesmo, até a 36ª semana de gestação, quando Raquel apresentou um problema no fígado, que pela gravidade era indicação para uma cesariana imediata. Assim foi, em 07 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário, saiu da sala de parto Ana Carolina, que apresentava algumas complicações, com dificuldade de respirar. Teria que ser transferida para outro hospital, para uma UTI Neonatal. Raquel, em função do problema do fígado, precisava ficar ainda mais dois dias internada. A família se dividiu nas atenções e orações pela bebê em um hospital e a sua mãe em outro. Depois, Raquel se colocou ao lado da incubadora onde estava a filha e assim foi, por 12 dias. Ana Carolina, chegou em estado gravíssimo ali, com pneumonia e problemas cardíacos, mas a cada dia ia tendo uma pequena melhora, até a alta.

Neste dia 07 de outubro a pequena improvável completa seu primeiro aniversário. Improvável aos olhos humanos, mas não aos de Deus, que a trouxe para alegrar a vida da família e manifestar nela a sua Glória. Ana Carolina é linda, vive uma infância feliz e é uma vencedora desde a sua concepção. Oremos sempre por ela e por sua família, pedindo a intercessão de Nossa Senhora, para que ela siga na fé, confiante de que Deus tem sempre planos maravilhosos para a vida de cada um de nós. Amém!

 O relato acima nos foi enviado por Elizabeth do Paço, membro de nossa comunidade, que é tia de Raquel.

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HISTÓRICO DA PARÓQUIA

quem_somosPrezado leitor, querido paroquiano.

Sim. Agora podemos dizer que Nossa Senhora de Loreto é Patrona do nosso povo de Jacarepaguá há mais de 350 anos.

Quando o P. Manoel de Araujo veio de Lisboa, trouxe esta imagem e, tendo conseguido alguns favores por intercessão da Virgem, lhe dedicou um santuário. Conta o Frei Agostinho de Santa Maria no seu livro “Santuário Mariano e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora” de 1723:

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HISTÓRICO DO SANTUÁRIO

hist_santuarioO Brasil, em colonização pelos portugueses, saía do Ciclo do Pau Brasil e ingressava no do Açúcar. Desenvolvia-se em terras litorâneas a construção de engenhos e fazia-se presente atividade febril nos meses de moagem da cana e fabrico de açúcar.

As terras de Jacarepaguá eram consideradas extremamente férteis e a região onde seria construída a Igreja do Loreto era denominada Planície dos Onze Engenhos...

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CEPAR

CeparO CEPAR (Centro de Estudos paroquial Nossa senhora de Loreto), inaugurado em Maio de 2000, uma área construída de cerca de 3000 m2, um complexo com 15 salas de aula cada uma com 30 lugares, um plenário para cerca de 120 participantes, um salão para festas e eventos abrigando 50 mesas redondas de 6 lugares, sem prejuízo da pista de dança e a varanda que circunda o salão pode abrigar 20 mesas redondas de 6 lugares,portanto, cerca de 420 pessoas podem desfrutar dos eventos no salão...

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HISTÓRICO DE NOSSA SENHORA DE LORETO

Historico N. Sra. LoretoNossa Senhora de Loreto

A ditosa casa de Nazaré, onde, após a saudação do Anjo à futura Mãe de Deus, o Verbo se fez Carne, foi transportada, segundo a tradição, para a cidade de Loreto, na Itália.

A Santa Casa de Loreto foi o primeiro santuário de porte internacional dedicado à Santíssima Virgem tendo sido, durante muitos séculos, o verdadeiro centro Mariano da Cristandade....

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